Porque lá tinha cobrança, Vitor Pereira tirava o sangue dos caras. Além de entender de tática, ele tinha uma comissão eficiente, e cobrava geral! Aqui, treinador que passa a mão na cabeça de jogador não tem futuro.
VP veio de fora, certamente não acompanhava ninguém, ele já tinha carreira.
Não adianta você contratar um português já com convivência com brasileiro malandro igual o Antônio.
Um cara sem carreira, é um nada como técnico tem moral pra cobrar quem? Acham mesmo que jogadores com história e decadentes irão dá atenção pra um técnico novato?
.
O negócio é trazer um técnico de fora que tenha carreira e não seja bunda mole igual esse portuga burro.
Sabem quem é a estrela das porkas? Ele mesmo, Abel Ferreira... Português que veio e conquistou, maior que qualquer um alí...ou seja, manda e desmanda...ele já tinha carreira também
Longe de ser bom, era melhor em resultado do que em desempenho, foi eliminado no Paulista, não venceu o Always ready na Libertadores, fez dois jogos sofridos com o boca na Libertadores e teve mais sorte a juízo na Argentina e acabou passando nos pênaltis depois no segundo semestre melhorou um pouco pq o gênio português parou de poupar o time.
'Choque de realidade': os indecentes números de Vítor Pereira em jogos grandes no Corinthians
Facebook
Twitter
Pinterest
Comment
Paulo CobosPaulo Cobos03 Aug, 2022
Após o vareio que sofreu do Flamengo no primeiro jogo das quartas de final da Libertadores, Vítor Pereira apontou a derrota por 2 a 0 como um 'choque de realidade' para seu Corinthians.
É verdade que o time carioca tem um elenco muito melhor. Também é fato que o clube paulista sofre com tantas lesões.
Mas também é realidade que o técnico português é um absoluto fracasso em jogos grandes no comando do Corinthians.
Vítor Pereira comanda o Corinthians na Libertadores
Vítor Pereira comanda o Corinthians na Libertadores Rodrigo Coca/Ag.Corinthians
Sob o comando de Vítor Pereira, o Corinthians fez 48 jogos em 2022.
O blog separou os jogos grandes. Foram levados em conta os clássicos paulistas, os duelos contra o Boca pela Libertadores e as partidas diante dos poderosos Atlético-MG e Flamengo.
Ao todo, o Corinthians enfrentou essas equipes 16 vezes, com apenas quatro vitórias, cinco empates e sete derrotas, um medíocre aproveitamento de 35%.
A média de gols marcados não chega a um por jogo (0,87), e a de sofridos é de exato um por partida.
O time de Vítor Pereira pouco incomoda os rivais grandes, com média de só 8 finalizações por jogo. Mas a defesa é vulnerável, com média de 12 finalizações sofridas por partida.