Kazim, em aposta com Clayton, marcou mais gols do que o companheiro e cobrou a 'dívida': flexões de braço. A execução do colega, porém, não convenceu o gringo, que chamou o filho Caio, de 6 anos, para mostrar como se faz. A situação arrancou risos de todos os jogadores e da comissão.
Kazim não é ruim, consegueria fazer a parede e tinha um dominio de bola ótimo, foda que os gols não saíram, mas hoje é melhor que Jôladeira, fora que é figura demais, e representa muito o torcedor Corinthiano, vive elogiando o clube até hoje no insta, #AlaKAZIM respeito total