Emerson diz que comemorará gols contra o Flu e diz: Dou até cambalhota

Emerson diz que comemorará gols contra o Flu e diz: Dou até cambalhota

Por Meu Timão

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Emerson Sheik não vê problema em comemorar contra o Flu

Emerson Sheik não vê problema em comemorar contra o Flu

Eduardo Peixoto / Globoesporte.com

Contratado na última semana pelo Corinthians, Emerson voltou a citar o Fluminense. Em tom de provocação, disse que vai comemorar e muito se fizer um gol pelo novo clube contra o Tricolor das Laranjeiras, que deixou de forma conturbada no início de maio (os times se enfrentam já na 4ª rodada do Brasileirão, dia 12 de junho, em São Paulo).

- Dou até cambalhota se marcar um gol no Fluminense - disse o jogador, em entrevista publicada nesta segunda-feira pelo jornal "Extra".

Autor do gol que deu o título brasileiro ao Fluminense no ano passado, Emerson, por outro lado, garantiu não se sentir à vontade para festejar um eventual gol contra o Flamengo.

- Não consigo comemorar.

Emerson ainda voltou a alfinetar o atacante Fred que, segundo ele, teria influência nas decisões do técnico interino Enderson Moreira. Questionado se Fred indicava treinador e se era presidente entre aspas, respondeu de forma irônica.

- Ele é atleta, né? Eu acho que é atleta, né (risos). Não sei de nada (risos).

Emerson foi afastado do Fluminense, segundo a diretoria tricolor, por diversos episódios de indisciplina. A gota d’água foi o fato de ter cantado o "Bonde do Mengão sem freio" no ônibus tricolor antes do jogo contra o Argentino Juniors, o que ele admite. Mas outro problema acabou sendo alvo de críticas. O quarto do jogador em um hotel no Uruguai, onde o Fluminense se concentrava para o jogo contra o Nacional, pela penúltima rodada da fase de grupos da Libertadores, foi encontrado danificado. E Emerson confessa que houve disparos de arma de chumbinho no local.

- Doze jogadores compraram armas em um shopping em frente ao hotel. Saímos do hotel com a concordância da diretoria. Aí, todos atiraram dentro do quarto. Mas só meu nome apareceu. Toda a conta (da destruição do quarto) foi dividida certinho. Todos pagaram. As armas foram apreendidas no aeroporto. Foi uma brincadeira, molecagem de jogador. Mas usaram isso para colocar meu nome de forma negativa.

Fonte: Globo Esporte

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