Paulo André vê time "na briga", mas critica campanha

Paulo André vê time "na briga", mas critica campanha

Paulo André vê time "na briga", mas critica campanha

Paulo André vê time "na briga", mas critica campanha

O zagueiro Paulo André admitiu nesta segunda-feira, em entrevista coletiva no CT Joaquim Grava, que o Corinthians fechou o primeiro turno do Campeonato Brasileiro de forma decepcionante. O jogador reconheceu que o time hoje está longe da disputa pelo título, embora ainda acredite que é possível lutar pela taça da competição.


'Terminar o primeiro turno a dez pontos do líder e a quatro do G4 é uma campanha abaixo do esperado, aquém do que a gente imaginava', disse o defensor, um dia depois de participar do confronto no qual o time corintiano ficou em um decepcionante empate por 0 a 0 com o Náutico, no Pacaembu.

'Para ser campeão tem que fazer ao menos 66% de aproveitamento, e a gente não fez (hoje tem 52,6%), mas ainda estamos em quinto lugar e estamos na briga. Temos de melhorar. Precisamos fazer 40 pontos no segundo turno para garantir o G4 e depois quem sabe brigar pelo título', projetou.

Já ao analisar a campanha corintiana, Paulo André apontou razões para o Corinthians ter encerrado o primeiro turno com 30 pontos em 19 jogos. 'Não é desculpa, mas antes da parada (para a disputa da Copa das Confederações) o nosso time estava muito desgastado por causa do Paulista e da Libertadores, fez poucos pontos e tropeçou em casa. Não conseguimos produzir o esperado. Defensivamente fomos bem, mas na parte ofensiva foi abaixo. Temos de criar alternativas. Mudar a movimentação, as saídas de bola, sermos mais ousados no mano a mano... A opinião do grupo todo é que não estamos satisfeitos. Estamos nos cobrando e esperamos melhorar', enfatizou.

Paulo André também fez questão de lembrar que não foi apenas os atacantes que ficaram devendo neste primeiro turno. 'Não foi só o ataque, tem também a criação, e não estamos direcionando a culpa só para Danilo e Douglas. Os times estão marcando muito bem os laterais e os volantes, e a bola acaba sobrando para mim e para o Gil atrás, para começarmos a armar as jogadas. Precisamos melhorar o passe atrás também. Claro que o ataque precisa de uma movimentação maior, às vezes apelar para o improviso, mas claro que só jogando é complicado isso melhorar', completou o zagueiro, se referindo ao fato de que o calendário apertado não dá a Tite a chance de comandar muitos treinamentos entre uma partida e outra.

O zagueiro também reconheceu que as ausências de Alexandre Pato e Guerrero pesaram no jogo contra o Náutico, fato que obrigou o próprio defensor a atuar como atacante na reta final do duelo. 'Tive uma chance no chão e um cabeceio, mas não consegui fazer o gol. O Pato e o Guerrero são os nossos diferenciais, sem eles é complicado. Você viu o gol do Pato na seleção (contra a Austrália)? Gol de centroavante, ele nos fez uma falta tremenda', destacou.

Fonte: Futebol Interior

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