Corinthians vai ter férias, depois de domingo

Corinthians vai ter férias, depois de domingo

Elenco terá poucos jogos até o início do Brasileirão, no fim de abril

Elenco terá poucos jogos até o início do Brasileirão, no fim de abril

Foto: Rodrigo Coca/Ag. Corinthians

POR: Lucas Bettine

O clima no Corinthians não está dos melhores. Eliminação no Paulistão, diretor de futebol pedindo afastamento por problemas de saúde, treinador jogando a culpa em rival... Mas chegou a hora de deixar isso de lado. Nesta quarta, às 22h, em Feira de Santana, o Timão enfrentará o Bahia de Feira, pela estreia e primeira rodada da Copa do Brasil.

E é bom a equipe presentear a torcida com uma atuação de encher os olhos. Afinal, as presenças alvinegras em campo não serão tão frequentes.

Depois do duelo desta noite, o Timão voltará a atuar no domingo, para cumprir tabela contra o Atlético Sorocaba, pelo Paulistão, e vai ganhar quase um mês de 'férias forçadas'.

Se vencer o Bahia de Feira por dois ou mais gols de diferença, o time só entrará em campo de novo em 20 de abril, contra o Atlético-MG, pelo Brasileirão. Se a vitória for pela contagem mínima, empatar ou perder, a parada diminui. O próximo jogo seria o duelo de volta pela Copa do Brasil, em 16 de abril.

Ao menos, o adversário não deverá oferecer resistência. O Bahia de Feira foi eliminado na primeira fase do Baiano, em que cinco de nove times se classificavam. Ah, Bahia e Vitória não estavam nessa etapa e, ainda assim, o adversário do Timão ficou em sexto, com só uma vitória em oito partidas.

'Temos de entrar em campo e fazer a nossa parte. Agora, a Copa do Brasil é a nossa meta', disse o zagueiro Gil.

Para cumprir o objetivo, Mano não contará com Guerrero, que ainda se recupera de lesão na coxa esquerda. Romarinho e Luciano seguem no comando do ataque corintiano.

Prejuízos/ Os quase 30 dias sem atuar serão muito prejudiciais ao Corinthians. Não só aos bolsos, já que a equipe deixará de arrecadar cerca de R$ 5 milhões, mas também ao desempenho dentro de campo.

Mano Menezes ainda está buscando uma formação titular e os jogos são necessários para dar ritmo e entrosamento ao elenco. Tanto são, que a diretoria já está se mexendo para marcar amistosos ou algum jogo-treino durante a parada.

Tudo para que o fiasco do Paulistão não se repita em mais nenhuma competição no ano.

Mano se recusa a pedir desculpas a Muricy Ramalho

Mano Menezes não vai pedir desculpas a Muricy Ramalho. O técnico são-paulino se sentiu ofendido com as palavras do corintiano, que insinuou que o Tricolor entregou o jogo para o Ituano, no domingo, o que, aliado ao empate do Corinthians com 

o Penapolense, eliminou o clube alvinegro de maneira precoce no Paulistão. O comandante da equipe do Morumbi disse que teve a honra questionada e 

gostaria de ouvir uma retratação.

'Não vou pedir desculpas, porque em momento algum falamos sobre o tema que foi abordado (honra). O Muricy falou sobre a lisura dele e eu nunca discutiria isso. Talvez pela repercussão, a forma como a frase foi colocada na matéria tenha levado a esse entendimento. Mas não faço isso sem ter provas. Machuca quando fazem comigo. E têm feito muito ultimamente. Então, não falo sobre isso', disse o corintiano.

Mano, assim, admitiu que o único culpado pela não classificação foi o próprio Corinthians. 'Em momento algum houve transferência de responsabilidade.'

prejuízos da parada

1] Com time sem jogar, dinheiro fora do caixa 

A conta é simples: se o Corinthians está em campo, o dinheiro entra no caixa. Mas, se não está, o dinheiro não vem. Fora do Paulist]ao, o clube deixará de arrecadar cerca de R$ 5 milhões com premiações e bilheteria.

2] Falta de entrosamento atrapalha preparação

A equipe ainda está em formação e precisa jogar junta para adquirir o entrosamento necessário. 

A parada de um mês, por mais que se realizem amistosos, vai atrapalhar no entendimento entre os jogadores dentro de campo. 

3] Falta de ritmo deixa um passo atrás 

Dos clubes da Série A do Brasileiro, o Corinthians é o que vai 

jogar menos até o início da competição. A falta de ritmo pode pesar na estreia no nacional.

Fonte: Diário de São Paulo

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