Magrão confessa que realizou 'sonho de criança' no Timão

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Por Meu Timão

Magrão vestiu a camisa alvinegra entre 2006 e 2007

Magrão vestiu a camisa alvinegra entre 2006 e 2007

Reprodução

O ex-volante do Novo Hamburgo e ex-Corinthians, Internacional e Palmeiras, Magrão, luta para provar sua inocência desde que foi flagrado no doping, depois de uma partida do Campeonato Gaúcho, em abril deste deste ano.

Hoje aposentado, Magrão vive um drama pessoal e profissional, afirmando que a anormalidade descoberta no exame trata-se de um medicamento para o controle de um câncer nos testículos, que teve em 2011. Ainda sobre a aposentadoria, o jogador revelou que ela não ocorreu em decorrência dessa polêmica.

"Já estava me preparando, mas queria parar de um jeito legal. Eu passei os dois últimos anos pensando sobre a melhor forma de parar. A decisão foi uma pancada, mas estou me refazendo. A minha carreira terminou da forma que eu queria", disse Magrão em entrevista ao LANCENET!.

Sem cogitar uma possível volta ao futebol, o volante espera os próximos resultados e julgamentos. Sobre a situação, justificou o fato de a revelação ter sido feita somente após ser pego no doping.

"Porque era uma coisa minha, algo pessoal. E não queria expor a mim e, principalmente, a minha família. Agora todo dia perguntam da doença para a minha mulher e para os meus pais, todo dia perguntam disso para os meus filhos na escola. Era isso que eu queria evitar. Eu, Magrão, estou acostumado com repercussões, mas a minha família não. Hoje tudo virou uma bola de neve", afirmou.

Relembrando o início dos anos 2000, época em que vestiu a camisa de grandes clubes, reviveu a memória das torcidas, inclusive o respeito do torcedor alvinegro. No Timão, veio emprestado do Yokohama Marinos, do Japão, e atuou entre 2006 e 2007.

"Aqui no Sul, onde moro, minha imagem é muito ligada ao Internacional. Sou ídolo aqui, sou muito respeitado. Já em São Paulo eu sou o “Magrão do Palmeiras”. Me sinto muito ligado ao Palmeiras. E o Corinthians foi um sonho de criança que eu realizei. Meu ídolo na infância era o Neto. Jogar no Pacaembu e imitar o Neto depois de um gol foi um dos fatos mais marcantes da minha carreira. Felizmente, nunca fui vaiado pela torcida corintiana", esclareceu.

Sem arrependimentos, sobre a rivalidade entre Corinthians e Palmeiras, comentou sua chegada ao clube do Parque São Jorge: "Eu entendo o torcedor, sei ver o outro lado. Mas vale lembrar que eu tentei voltar para o Palmeiras antes de ir para o Corinthians. Liguei avisando que estava saindo do Japão, mas não me quiseram de volta. E isso me influenciou a aceitar o Corinthians. Não tem arrependimento".

Depois de provar sua integridade, Magrão já tem planos para o futuro, revelando que pretende estudar para trabalhar com jovens jogadores, na área de gerenciamento de carreira.

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