Jadson destaca diferenças de Corinthians em mata-mata e pontos corridos

Jadson destaca diferenças de Corinthians em mata-mata e pontos corridos

Por Meu Timão

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Ao lado de Renato Augusto, Jadson recebeu o prêmio de melhor meia do Campeonato Brasileiro

Ao lado de Renato Augusto, Jadson recebeu o prêmio de melhor meia do Campeonato Brasileiro

Reprodução/Corinthians

Eleito o melhor meio-campista do Brasileirão, Jadson conhece bem o caminho do sucesso em campeonatos de pontos corridos. Ainda assim, o camisa 10 admite que os tropeços da equipe alvinegra em competições mata-mata serviram-lhe de aprendizado. Após receber a Bola de Prata, prêmio tradicional da revista Placar, ele falou da diferença entre os torneios.

“São competições diferentes. Acho que o aprendizado que a gente teve nos mata-matas temos que levar para o ano que vem. Não podemos vacilar como vacilamos, em jogos que precisávamos de mais concentração”, explicou Jadson. Para o jogador, a eliminação na Libertadores para o Guaraní (PAR), ainda no primeiro semestre, foi um ponto “fora da curva”.

“O jogo contra o Guaraní foi atípico, nossa equipe era considerada a favorita, mas o time deles jogou melhor e conseguiu a vitória. Temos que levar tudo isso como aprendizado”, acrescentou o meia, artilheiro do Corinthians na temporada com 16 gols. “É o sonho de todos os jogadores sempre ganhar títulos, principalmente a Libertadores. Sei que o grupo está comprometido e focado para 2016.”

No último domingo, o Timão ficou no empate em 1 a 1 com o Avaí, na Arena Corinthians, pela última rodada do Brasileirão. O resultado garantiu ao elenco liderado por Tite a melhor campanha da história dos pontos corridos com 20 equipes. Parte fundamental da conquista, Jadson falou sobre o assunto.

“Foi um ano muito bom pro Corinthians e para o grupo, todo mundo saiu valorizado, mostramos que temos qualidade para brigar por qualquer competição. Pelo entrosamento que a equipe manteve, se mantermos pelo menos a base do time, acho que o Corinthians tem tudo para brigar pela Libertadores”, opinou o armador, que relembrou a “quase ida” para o Jiangsu Sainty, da China.

“Na nossa profissão a gente vive de escolhas. Naquele momento a equipe vinha jogando bem, apareceu a proposta da China, eu recusei, mesmo depois o time tendo sido eliminado do Paulista e da Libertadores. Eu continuei trabalhando firme com os meus companheiros, o time foi crescendo e ganhando corpo”, disse.

“Acabamos nos consagrando campeões, isso era um sonho que eu tinha, consegui realizá-lo. Junto dos meus companheiros eu tenho que agradecer a deus, a minha família e a todos que acreditaram em mim, especialmente a comissão técnica e o Tite”, completou.

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