Incentivado pelo Profut, Timão estreia no Brasileiro com time de futebol feminino

Incentivado pelo Profut, Timão estreia no Brasileiro com time de futebol feminino

Por Meu Timão

Será a primeira vez que o Corinthians disputará o Campeonato Nacional Feminino

Será a primeira vez que o Corinthians disputará o Campeonato Nacional Feminino

Foto: Daniel Augusto Jr.

Com a adesão do Profut (Programa de Modernização da Gestão e de Responsabilidade Fiscal do Futebol Brasileiro) no final do ano, o Corinthians irá investir no futebol feminino a partir de 2016. A primeira medida do Timão foi se inscrever no Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino, que terá 20 clubes na disputa.

Nesta segunda-feira, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) divulgou a lista de clubes participantes do torneio. Dos 20 clubes inscritos, três são estreantes: Corinthians, Náutico e Vasco. O Campeonato Brasileiro começa no dia 20 de janeiro e o atual campeão é o Rio Preto.

Será a quarta edição do torneio, nos outros anos os campeões foram todos de São Paulo: Centro Olímpico (2013), Ferroviária (2014) e Rio Preto (2015). Além do Timão, outros clubes tradicionais do futebol masculino também vão participar do campeonato: Flamengo, Vasco, América-MG, Santos, Náutico e Vitória. Os outros participantes são: Kindermann, Rio Preto, São José, São Francisco, Foz Cataratas, Ferroviária, ADECO, Iranduba, Duque de Caxias, Viana, Vitória-PE, Pinheirense e Caucaia.

O Profut é o termo de financiamento das dívidas dos clubes no Brasil, que puderam prolongar o prazo para quitar essas pendências (em aproximadamente 240 meses para os débitos com o governo, e 180 meses para o pagamento do FGTS), em troca os clubes tiveram de se adequar as exigências impostas pelo programa. Uma dessas exigências é o investimento nas categorias de base, no qual o Corinthians já está construindo um CT para os garotos; e no futebol feminino, sendo a primeira participação do clube alvinegro no campeonato.

Há também outras contrapartidas, como a limitação dos mandatos de dirigentes, não atrasar o salários, gastar no máximo 80% da receita bruta anual do futebol profissional com salários e direitos de imagem.

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