Roberto de Andrade desabafa sobre China: 'Podemos perder mais cinco ou seis'

Roberto de Andrade desabafa sobre China: 'Podemos perder mais cinco ou seis'

Por Meu Timão

Presidente falou sobre postura dos clubes chineses

Presidente falou sobre postura dos clubes chineses

Foto: Agência Corinthians

Depois de semanas sofrendo com o assédio dos clubes chineses, que já levou Ralf, Jadson e Renato Augusto, finalmente alguém da diretoria do Corinthians se manifestou. O presidente do clube, Roberto de Andrade, desabafou sobre as investidas e explicou a situação.

"Primeiro que todos nós fomos surpreendidos com essas saídas. Vou tentar ser didático na explicação: o futebol chinês trabalha um pouco diferente de qualquer clube. Qualquer outro procura o clube e pergunta se tem interesse em vender. Os chineses procuram o atleta, se acerta com ele, seduz o atleta com valores e o clube toma ciência isso meia-hora antes dele falar que vai embora", explicou o mandatário.

"Eles não conversam com o clube. Não existe defesa. Nessa situação, podemos perder cinco, seis, sete, todos os jogadores que sejam requisitados. Não é uma postura do Corinthians estar tirando os atletas. Nosso planejamento contava com todos. Vocês podem me chamar de louco. O Renato se despediu de todos, e o Corinthians não tem um documento do clube dizendo que vai pagar. Vocês acreditam?", completou, mostrando indignação com a postura dos clubes e dos jogadores.

Além de Jadson e Renato Augusto, que já aceitaram e anunciaram suas decisões, o Corinthians deve perder Ralf, Gil e Elias para o futebol chinês. O país vive grande momento financeiro e os clubes não estão economizando para contratar os jogadores do Timão.

"Eles não sabem nem meu nome. É para vocês verem a situação que o futebol nos coloca diante do poder da China. Existe sondagem a outros atletas. Podemos nas próximas horas perder outro jogador. Esse é o preço que se paga de um time campeão, que tem os melhores atletas do Brasil. Não tem muita defesa para o clube. Não vamos fazer loucura. É bem insano equiparar salário de R$ 2 milhões", finalizou o presidente.

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