Presidente do Timão contraria diretor e nega cláusula 'anti-Inglaterra' para Pato

Presidente do Timão contraria diretor e nega cláusula 'anti-Inglaterra' para Pato

Por Meu Timão

Roberto de Andrade falou com a imprensa na Arena Corinthians

Roberto de Andrade falou com a imprensa na Arena Corinthians

Foto: Daniel Augusto Jr. / Agência Corinthians

A diretoria do Corinthians entrou em contradição essa semana. Depois do diretor de futebol, Eduardo Ferreira, dizer que Alexandre Pato teria aceitado a cláusula "anti-Inglaterra", o presidente Roberto de Andrade negou que esse acordo exista.

Segundo o mandatário alvinegro não existe esse contrato entre o clube e o jogador. Existe um acordo que abrange apenas o Chelsea. O atacante não pode assinar com o time inglês sem uma compensação financeira, mesmo que já esteja no fim do seu contrato com o Timão.

"Ele não pode assinar com o Chelsea, com o futebol inglês ele pode. Se você coloca essa norma, ela não vale. Não podemos proibir ninguém de exercer o seu trabalho. Mas tenho quase certeza que ele ficará lá", disse o presidente, na Arena Corinthians neste domingo.

Além disso, Roberto de Andrade confirmou que o Corinthians tentou prorrogar o contrato de Alexandre Pato, que vence em dezembro deste ano, mas o atleta não concordou.

"Não conseguimos fazer a prorrogação, o atleta não concordou. Ele não quis e precisamos da aceitação dele. Então fizemos o empréstimo dele, já com a opção de comprar em junho. Acredito se ele fizer um bom campeonato, o Chelsea vai cumprir e nos honrar nosso contrato. Caso isso não aconteça, o atleta volta para o Corinthians", ressaltou.

Roberto ainda explicou que a ideia de renovação era só dele. "Na verdade ninguém queria, só eu quis renovar. O jurídico afirmou que não tinha necessidade, mas eu achava que poderíamos ter feito. Mas também não vingou", afirmou.

Para finalizar, o presidente do Timão ainda avalia o empréstimo como algo bom, principalmente por se livrar de pagar o salário de R$ 800 mil mensais.

"Acho que podemos dizer que do pior saímos bem. O que queria era vender em definitivo pra acabar logo com isso, só jogamos o problema pra quatro ou cinco meses pra frente. Mas não gastar com salário é melhor", finalizou.

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