Por Libertadores, Timão pode jogar com reservas clássico contra o São Paulo

Por Libertadores, Timão pode jogar com reservas clássico contra o São Paulo

Por Meu Timão

Uendel foi titular na histórica goleada sobre o São Paulo em 2016

Uendel foi titular na histórica goleada sobre o São Paulo em 2016

Foto: Daniel Augusto Jr. / Agência Corinthians

Na próximo dia 17, o Corinthians tem a estreia na Copa Libertadores da América jogando no Chile. Mas antes disso, o clube enfrentará o São Paulo no final de semana pelo Campeonato Paulista. Priorizando o torneio continental, é possível que o técnico Tite escolha os reservas para entrar no Majestoso.

"Não sei ainda qual é a ideia do Tite, mas é difícil falar. Hoje o time do Corinthians tem tantos bons jogadores que é difícil falar em time reserva. Ainda tem André, Willians, Giovanni para entrar. Todos se veem como titulares. Quem for a campo vai ser jogador de qualidade", disse Uendel, lateral-esquerdo do Corinthians.

A possível escolha do time reserva no Paulistão se dá principalmente pelas condições que o Timão terá de enfrentar para jogar contra o Cobresal - adversário da estreia na Libertadores. Um dos problemas é a distância até El Salvador - onde acontecerá o jogo -, a delegação precisa pegar dois aviões para chegar até o destino. O outro percalço são as condições climáticas da cidade, tanto que a diretoria escolheu permanecer mais um dia em Santiago - capital do Chile.

A última vez que os reservas do Corinthians enfrentaram o São Paulo resultou numa goleada histórica do Timão. Jogando na Arena Corinthians, pelo Campeonato Brasileiro de 2015, a equipe alvinegra já era matematicamente o campeã da competição e colocou os reservas em campo para dar descanso aos titulares. O resultado foi um 6 a 1 inesquecível para o Corinthians, com direito a pênalti defendido de Cássio.

Titular na goleada histórica, Uendel não acredita num jogo fácil contra o rival no próximo final de semana.

"Cada jogo tem uma história. Se colocar as mesmas equipes para jogarem de novo, não é garantia de vitória para ninguém. Se colocar Brasil x Alemanha de novo, não vai dar 7 a 1. Claro que o resultado ficou marcado, mas fica o sentimento de um grande jogo que fizemos. É passado, e agora é pensar no futuro", disse o jogador.

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