Acusado de chacina na Pavilhão 9 tem pedido de habeas corpus negado

Acusado de chacina na Pavilhão 9 tem pedido de habeas corpus negado

Por Meu Timão

Justiça decidiu manter um dos acusados presos preventivamente

Justiça decidiu manter um dos acusados presos preventivamente

A Justiça de São Paulo indeferiu o pedido de habeas corpus feito pela defesa do ex-policial militar Rodney Dias Dos Santos, um dos acusados de ser responsável pela chacina na sede da Pavilhão 9, que resultou na morte de oito pessoas.

As investigações do caso, que aconteceu no dia 18 de abril de 2015, apontam que as mortes tenham sido causadas por uma suposta disputa por um ponto de tráfico de drogas.

A defesa de Rodney solicitou a liberação de seu cliente para que ele aguarde o término do julgamento em liberdade sob a alegação de que ele estaria sofrendo “constrangimento ilegal” por permanecer em prisão cautelar.

Em resposta, o Justiça negou o hebeas corpus apontando a “gravidade do delito apurado, praticado com arma de fogo e contra oito vítimas fatais”, considerando “inviável a concessão de medidas cautelares alternativas, diante da afronta à ordem pública”.

Além de Rodney Dias dos Santos, o policial militar Walter Pereira da Silva Junior também é acusado de participar dos assassinatos.Walter, por sua vez, foi solto em dezembro de 2015, após a Justiça atender o pedido do promotor Rogério Leão Zagallo.

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