Corinthians rompe com CBF e presidente despeja críticas: 'Estou puto'

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Roberto de Andrade criticou comando da CBF

Roberto de Andrade criticou comando da CBF

Daniel Augusto Jr/Agência Corinthians

A notícia de que Tite é o novo técnico da Seleção Brasileira irritou o presidente do Corinthians, Roberto de Andrade. Em entrevista coletiva nesta quarta-feira à noite, no CT Joaquim Grava, o mandatário alvinegro disparou críticas à forma pela qual a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) negociou a saída de Tite do Timão.

“Estou puto com a CBF, para ser bem exato, pela maneira que eles vieram. Não recebi um telefonema do presidente da CBF. Esse é o respeito. Hoje tentou falar comigo depois de tudo resolvido. O Corinthians merecia mais respeito. Tite merece a Seleção Brasileira pelo seu trabalho. A CBF não merece uma pessoa como Tite, pela forma sorrateira que tiraram Tite”, esbravejou Roberto de Andrade.

O “sim” de Tite ao atual presidente da entidade máxima do futebol brasileiro, Marco Polo Del Nero, foi revelado a Andrade no início da tarde. Segundo o dirigente corinthiano, a CBF não procurou o Corinthians em momento algum durante as tratativas com o agora ex-treinador do Timão.

“Não posso dizer que o Corinthians é prejudicado. Não ia mudar o final da história. Sabemos que todos trabalhamos para alguém e você tem o direito de fazer. Mas se eles querem respeito, tem de fazer isso com qualquer clube. É o mínimo que um presidente da CBF tem que fazer, é a maneira que trabalham, fazer tudo sorrateiramente. Não admito. Eu não preciso da CBF para nada”, frisou.

Questionado se o clube estaria rompido com a confederação a partir de agora, Andrade foi direto. “Para que preciso da CBF? Organiza para todo mundo, vão tirar o Corinthians? Não preciso deles para nada. Quero que respeite o Corinthians, é o que exijo. Isso faltou. Não tenho medo de nada, vão colocar juiz para apitar contra? Isso não existe”, disse.

Por fim, o presidente do Corinthians evitou discutir como será o relacionamento entre a agremiação e a entidade. Ainda assim, evitar que jogadores defendam a Seleção não está nos planos. “Não ceder jogadores é prejudicar o jogador e não a CBF. E o voto no Coronel Nunes é voto pela federação. Meu voto não ia mudar, nem lá eu fui. Não sei se chamo de ruptura, mas satisfeito não estou. Podemos chamar de ruptura sim”, finalizou.

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