Rodriguinho ganha espaço no Corinthians e corresponde com gols, assistências e protagonismo

Rodriguinho ganha espaço no Corinthians e corresponde com gols, assistências e protagonismo

Por Meu Timão

Rodriguinho, nessa quarta, na parte interna da Arena

Rodriguinho, nessa quarta, na parte interna da Arena

Foto: Daniel Augusto Jr/Agência Corinthians

O Corinthians vem ganhando, nas últimas semanas, um herói improvável: Rodriguinho. Alvo de muitas críticas por parte da torcida desde o ano passado, o camisa 26 do Timão ganhou espaço no meio de campo principalmente após as saídas de Tite e Elias e vem correspondendo com protagonismo.

Foi como meia-atacante que Rodriguinho foi contratado pelo Corinthians, em 2013. E foi como segundo volante que ele se transformou sob comando de Tite, em 2015. Nos dois últimos meses, sob comando de Cristóvão Borges e agora Fábio Carille, o jogador vem mesclando um pouco das duas funções.

Tanto quando é escalado como segundo volante como quando é colocado para armar jogadas, Rodriguinho vem se adaptando ao meio de campo do Timão. Um exemplo simples: no jogo de ida das oitavas da Copa do Brasil, no empate em 1 a 1 contra o Fluminense, no Rio, foi ele o protagonista alvinegro - na ocasião, atuou como armador. Nessa quarta, quase um mês depois, como segundo volante, voltou a chamar a responsabilidade, anotando o gol da vitória alvinegra por 1 a 0 diante dos cariocas, na partida de volta.

No intervalo entre os duelos da Copa do Brasil, Rodriguinho conseguiu se destacar mesmo quando o Corinthians saía de campo sob críticas da Fiel. Foi assim contra o Santos, quando fez linda jogada individual e deu assistência para Marlone fazer o único gol corinthiano do duelo. Na goleada por 3 a 0 sobre o Sport, abriu o placar e participou da jogada do segundo tento.

A conclusão é que, hoje, goste o torcedor ou não, Rodriguinho é peça fundamental do Timão. Marquinhos Gabriel, Giovanni Augusto, Marlone, Lucca, Camacho, Cristian, Willians, Romero são alguns dos jogadores que revezaram como titulares no meio de campo no último mês. O único intocável foi justamente o camisa 26, que, com tempo para se adaptar, vai calando crítica atrás de crítica e se tornando uma alternativa em um elenco carente de grandes nomes para uma torcida "mal acostumada" justamente com grandes nomes.

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