Preparado para cobranças, Jô relembra estreia no Corinthians

Preparado para cobranças, Jô relembra estreia no Corinthians

Por Meu Timão

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Jô falou de sua estreia no Corinthians, gratidão por Geninho e pressão da Fiel

Jô falou de sua estreia no Corinthians, gratidão por Geninho e pressão da Fiel

Daniel Augusto Jr. / Agência Corinthians

De volta ao Corinthians 13 anos depois de ser o jogador mais jovem a atuar pelo clube, Jô falou sobre a sua expectativa ao reencontrar a Fiel. Participando do programa Resenha ESPN, o atacante que recentemente assinou contrato com o Timão até 2019, falou dos desafios da reestreia com a camisa alvinegra e lembrou como foi ser escolhido por Geninho para integrar no time profissional.

O técnico, que comandava o Corinthians em 2003, precisou buscar reforços na base da equipe. Problemas médicos e negociações desfalcaram o ataque corinthiano (que era formado por nomes como Leandro Amaral, Liedson e Gil), e Geninho recorreu ao CT - na época, o Terrão, localizado em Itaquera, onde mais tarde seria construída a Arena.

"Pow, o Geninho, cara… O primeiro treinador que a gente trabalha no profissional a gente nunca esquece, né? Até eu não acreditei, quando ele foi até lá [em Itaquera, no CT da base]. Quando chega o treinador do profissional, você fica aquela coisa “o cara tá aí”, a gente já fica agitado. Mesmo assim, eu já falei “ah, não deve ser", porque tinha o Abuda, tinha o Bobô na época, que eram os atacantes na minha frente", falou Jô, que revelou sua gratidão ao treinador.

"O Geninho foi assim… depois que eu sai do Corinthians e reencontrei ele pelos outros times eu sempre fiz questão de ir lá abraçá-lo. Não só porque ele, porque foi ele que [me revelou], mas pelo carinho que ele tinha pela gente naquela época. Comigo principalmente, eu tinha acabado de fazer 16 anos. Eu fiz em março e estreei em junho", completou.

"Ele foi lá e me chamou - e eu tinha 16 anos. Estreei e fiz o gol também, acho que com uns dois meses eu fiz o primeiro gol", completou Jô, que atuou 115 vezes na equipe principal e marcou 18 gols pelo Corinthians. Apesar do histórico, porém, Jô não espera vida fácil no clube: sabe da responsabilidade com a torcida, em especial na fase atual da equipe. Ao contrário de sua estreia aos 16, ele sabe que a Fiel não será tão paciente como quando ele era garoto.

"Agora eu espero cobrança um pouquinho maior, né? Depois de 11 anos, mais experiente e voltando na situação que o Corinthians vive hoje, que não é da melhores. Eu estou preparado, com a cabeça melhor por ter rodado um pouco lá fora do país, tenho mais experiência e já consigo lidar com isso", falou o jogador.

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