Exato um mês após o título brasileiro, Corinthians tem só um reforço; três são os motivos

Exato um mês após o título brasileiro, Corinthians tem só um reforço; três são os motivos

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Júnior Dutra assinou com o Corinthians até dezembro de 2019; único reforço confirmado

Júnior Dutra assinou com o Corinthians até dezembro de 2019; único reforço confirmado

Foto: Agência Corinthians

Há exato um mês, diante de mais de 46 mil torcedores na Arena, o Corinthians vencia o Fluminense por 3 a 1, confirmando o sétimo título brasileiro de sua história. De lá para cá, o técnico Fábio Carille ganhou apenas um reforço: Júnior Dutra, de 29 anos - volante Renê Júnior já fez exames, mas ainda não foi anunciado.

Mas por que o atacante do Avaí foi o único jogador contratado nesse período? Quais são os obstáculos para que novos atletas sejam trazidos e se cumpra a meta de "cinco a seis reforços" dita lá atrás pelos dirigentes?

Em busca dessas respostas, a reportagem do Meu Timão conversou com algumas pessoas ligadas ao presidente Roberto de Andrade, incluindo uma que está próxima ao diretor de futebol Flávio Adauto e ao gerente Alessandro Nunes, responsáveis pelas condução das negociações.

O primeiro obstáculo, que não é surpresa para ninguém, é a falta de dinheiro. Os recursos conseguidos pelo clube nos últimos dias, que inclui uma renovação de contrato antecipada com a Nike, foram (e estão sendo) realocados para quitação de débitos, com parceiros, agentes e jogadores. Sobrou pouco para grandes investimentos em novos jogadores...

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O excesso de ousadia nas pedidas de clubes de menor expressão é um segundo fator. Um exemplo disso foi a primeira solicitação do Bahia para liberar o lateral-esquerdo Juninho Capixaba. Os baianos pediram os atacantes Lucca e Marlone, o goleiro Douglas e uma quantia em dinheiro. Detalhe: tudo isso por 80% dos direitos econômicos.

O Corinthians se assustou, mesmo sabendo que a ida do trio seria por empréstimo. As partes seguem dialogando, inclusive, com a possibilidade da retirada de um dos atacantes do negócio para a inclusão do lateral-esquerdo Moisés, que é adorado em Salvador devido ao bom desempenho pelo clube na Série B do ano passado.

O terceiro fator é uma valorização menor dos jogadores que estão liberados por Carille para serem emprestados. O preço de mercado de Marlone, Gustavo, Lucca, Mendoza, Luidy, Yago & Cia. parece ter sido supervalorizado pelos dirigentes corintianos. As ofertas não estão sendo altas, seja em termos de valores, seja como moedas de troca.

Veja mais em: Mercado da bola.

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