Campeão da Série B, Edno espera título e até 'bicho' do Corinthians

Campeão da Série B, Edno espera título e até 'bicho' do Corinthians

Por Meu Timão

Contraste: o mesmo Edno que se apaixonou pela Portuguesa fracassou quando foi jogador do Corinthians

Contraste: o mesmo Edno que se apaixonou pela Portuguesa fracassou quando foi jogador do Corinthians

Foto: Gazeta PressFernando Dantas/Gazeta PressDivulgação

Edno estava animado no penúltimo treinamento da Portuguesa em 2011, quinta-feira, no Canindé. O atacante correu risonhamente sobre um gramado ainda repleto de pedaços de papéis laminados, resultado da festa pelo título da Série B do Campeonato Brasileiro de uma semana antes, e posou com todos os funcionários do departamento de futebol para a fotografia oficial da conquista. Mal se lembrava ele, no entanto, que pode ganhar outro motivo para alegria já neste domingo.

Informado pela Gazeta Esportiva.Net que está próximo de ser campeão nacional também da Série A em 2011, a princípio Edno não se empolgou tanto com o feito. O jogador pareceu recordar vagamente de sua única participação na campanha do líder Corinthians no Campeonato Brasileiro - substituiu Morais no final do segundo tempo da vitória por 2 a 1 sobre reservas do Coritiba, ainda na segunda rodada. Quando foi cogitada a possibilidade de ganhar uma parte do prêmio (o popular 'bicho') pago pela diretoria corintiana em caso de título, sua expressão desconfiada se transformou em um sorriso contagiante.

Além de poder ser um inusitado campeão da Série A, Edno só aponta algumas amizades como suas conquistas pessoais no Corinthians. O atacante que reclamou de perseguição da torcida da Portuguesa na primeira passagem pelo Canindé quase não jogou quando se mudou para o Parque São Jorge. 'Preciso de sequência!', ele desabafou (algumas vezes) sobre o seu fracasso como corintiano, nesta entrevista exclusiva.

De volta ao Canindé para se consagrar na Série B, Edno reencontrou a felicidade. Ele era um dos protagonistas daquele festivo treinamento anterior ao confronto com o Icasa, sábado, o último de 2011. Marcou um gol de cabeça e foi festejado por seus companheiros, arriscou jogadas individuais e deixou o campo ao reclamar de dores na coxa. Minutos depois, já caminhava e achava graça ao lado do vice-presidente de futebol Luis Iauca, que esbravejava com o seu sotaque carregado para exigir uma despedida da Segunda Divisão com vitória digna no final de semana.

Gazeta Esportiva.Net: Você já parou para pensar que está próximo de ser campeão brasileiro duas vezes em um só ano?
Edno: Como?

GE.Net: Da Série B, pela Portuguesa. Da Série A, pelo Corinthians. Afinal, você disputou um jogo do Campeonato Brasileiro por seu ex-clube.
Edno: Olha, cara, fico feliz por ter estado no Corinthians e tal... Sei que joguei o primeiro jogo do campeonato, contra o Coritiba.

GE.Net: Foi o segundo, na verdade: 2 a 1 sobre o Coritiba, vestindo uniforme grená, em Araraquara.

Edno: Isso: grená, Araraquara! Então, se cheguei a entrar em campo pelo Corinthians, fiz parte do grupo que pode ser campeão. É claro que o título vem também para o meu currículo. Agradeço aos meus amigos por isso.

Assim como Edno, o meio-campista Boquita é mais um ex-corintiano do elenco da Portuguesa. O jogador que se projetou com o título da Copa São Paulo de Juniores de 2009 está atento à disputa pela conquista da Série A do Campeonato Brasileiro.

'Vou acompanhar o jogo do Corinthians contra o Figueirense e torcer muito pelos meus ex-companheiros. É uma partida complicada. Acho que o título sairá na última rodada. É melhor desse jeito', sorriu Boquita, lembrando que a torcida corintiana ficaria satisfeita se a conquista viesse com uma vitória sobre o Palmeiras, no Pacaembu, no confronto derradeiro. 'Com certeza! Também ficarei muito feliz caso dê certo desse jeito.'

Pelo menos até sábado, data da partida contra o Icasa, Boquita ainda prefere deixar a torcida pelo Corinthians de lado para se concentrar na Portuguesa e na Série B do Campeonato Brasileiro. 'Ainda mais porque o nosso técnico, o Jorginho, não deixa a gente diminuir o ritmo nunca. Treinamos forte sempre, mesmo com o título conquistado com antecedência. É só assim que se conquistam as coisas na vida', aprendeu. 'Vamos pensar nas férias depois. Devemos respeito ao Icasa e aos outros times da competição.'

Ainda assim, Boquita costuma aproveitar o seu tempo livre para manter contato com alguns dos amigos de Corinthians, como o zagueiro Leandro Castán. O novato de 21 anos já foi emprestado para Bahia e agora Portuguesa e não sabe apontar o seu futuro. 'É meio complicado falar sobre isso. Tenho contrato com a Portuguesa até o Campeonato Paulista. Preciso sentar para conversar com a diretoria depois. Vamos ver o que é melhor para mim e para o clube. Se eu estiver bem até lá, posso abrir algumas portas', projetou.

GE.Net: Por ter jogado uma vez, você tem direito à participação na premiação que a diretoria do Corinthians pagará em caso de título?
Edno: Não tinha nem pensado nisso, cara. Mas, se quiserem me dar uma coisinha, eu aceito [risos]. Dinheiro nunca se recusa. É muito bom, não? Se tiver uma parte para mim, será bastante bem-vinda.

GE.Net: É mais um motivo para assistir ao jogo de domingo, contra o Figueirense, e torcer por seus ex-companheiros? Você já estará de férias.
Edno: Sempre quero o bem dos meus amigos, ainda mais porque o feito dos dois títulos brasileiros no ano viria para o meu currículo. Só que, para ser sincero, não será marcante ganhar pelo Corinthians. Pela Portuguesa, joguei, fui líder do time e artilheiro. Estou feliz com isso. Com o Corinthians... Ninguém irá se lembrar do Edno se esse time do Corinthians for campeão da Série A. Todos vão pensar no Edno que levantou o troféu da Série B pela Portuguesa.

GE.Net: Mas acho que os seus amigos de Corinthians não te esqueceram.
Edno: Converso com todo mundo, direto. Fiz amigos lá: o Ralf, que jogou comigo no Noroeste e hoje está em ascensão, o Paulinho, o Liedson... Enfim, todos os jogadores se dão bem comigo.

GE.Net: Na condição de um ex-jogador do Figueirense, que conselhos você daria para eles antes da partida de domingo?
Edno: É difícil jogar no Orlando Scarpelli, onde a torcida sempre comparece. O Figueirense tem uma equipe muito boa, que está com um pé na Copa Libertadores da América. Pode ter certeza de que o que aconteceu contra o Fluminense [o time carioca goleou por 4 a 0, na rodada passada] não irá se repetir agora. Até dá para o Corinthians ganhar lá, pois tem qualidade, mas as dificuldades serão grandes.

GE.Net: Você teve uma boa passagem pelo Figueirense?
Edno: Fui bem, sim, com uma sequência de jogos. O problema é que lesionei o ligamento colateral medial do joelho lá, e isso acabou me prejudicando. Fiquei 45 dias parado, fazendo tratamento, enquanto outro jogador aproveitou a oportunidade para ficar com a vaga no time titular. Mas tudo bem. Depois disso, fui para o Noroeste, para o Atlético-PR e voltei para o Noroeste, emprestado. Até a Portuguesa me comprar em 2008, e eu arrebentar.

GE.Net: Vou fazer uma pergunta que você deve ouvir bastante: por que o Edno dá tão certo na Portuguesa?
Edno: [Suspira, pensativo] Cara, tipo... Quando você tem oportunidade de jogar, uma verdadeira sequência de partidas... Sempre falo em sequência e vou continuar repetindo porque é verdade. Jogador precisa de tempo. É como um treinador que demora dois ou três meses para adquirir confiança e formar a equipe que quer. No Corinthians, infelizmente, nunca houve sequência para mim. Você pode pegar todo o histórico das minhas primeira e segunda passagens pelo clube e conferir: jamais disputei dois jogos seguidos. Assim, fica difícil.

GE.Net: De quem é a culpa pela sua falta de sequência?
Edno: Olha, eu me conheço. Não sou um atleta que chega a um clube e já vai jogando bem em seguida. Na Portuguesa, foi a mesma coisa. O meu primeiro jogo foi difícil, e o segundo também. Só fui marcar um gol na quarta ou na quinta partida. Depois disso, deslanchei. Eu preciso de sequência! Se me derem isso na Portuguesa, no Corinthians ou aonde eu for no restante da minha carreira, asseguro para você que farei muito sucesso.

GE.Net: Eu lembro que, quando você começou a se destacar novamente na Portuguesa, escutei uma declaração curiosa de um dirigente do Corinthians. Para ele, o seu sucesso provava a sua qualidade e também que os resultados da contratação de um jogador são imprevisíveis.

Edno: Não sabia dessa declaração. Fico feliz que esse dirigente do Corinthians reconheça algumas coisas. Mas não me deram sequência lá. Como eu disse, um jogador precisa disso, seja na Portuguesa, no Corinthians, no Grêmio ou até em clubes estrangeiros. É importante receber confiança do comandante, da diretoria. Já a torcida é conquistada dentro de campo, com muito trabalho.

GE.Net: Foi com essa preocupação de conquistar a torcida que você retornou para a Portuguesa? A sua saída para o Corinthians havia sido bastante conturbada. [Após uma derrota por 2 a 1 para o Vila Nova, Edno se queixou de ameaças, ofensas de torcedores e de uma invasão ao vestiário do Canindé, feita por homens supostamente armados.]
Edno: Não tive receio. Se estivesse com esse sentimento, não teria voltado para a Portuguesa. Mesmo assim, eu sabia que seria difícil jogar novamente aqui. No começo, foi bastante complicado para mim e para a minha família, por causa de tudo o que aconteceu anteriormente. Só que enfrentei a situação de frente, de peito aberto. Tomei uma decisão que poucos tomariam ao retornar para cá. Falei pouco e agi muito dentro de campo, e as coisas foram acontecendo de uma forma natural. O que conquistei na Portuguesa é resultado desse meu trabalho sério. Deus está me abençoando. Sou muito feliz aqui.

GE.Net: Como está sendo esta última semana de trabalho em 2011? Sensação de dever cumprido, depois da boa campanha da Portuguesa?
Edno: É uma semana legal, diferente. A Portuguesa já vem tendo vários dias assim, alegres, desde o acesso. Subimos para a Série A e fomos campeões com antecedência depois de muita dedicação. Isso é mérito da comissão técnica e dos jogadores, que se empenharam bastante para fazer uma bela campanha, com um futebol bonito e elegante.

GE.Net: Digno da 'Barcelusa', como diz a torcida? [Edno ganhou o apelido de 'Ednel Messi', em comparação com o astro Lionel Messi, do espanhol Barcelona.]
Edno: O carinho dos nossos torcedores é muito legal. Quando saio, recebo muito apoio das pessoas. Nos restaurantes, sou parado para conversar e para tirar fotos enquanto estou comendo. O título da Série B ficará marcado para o resto da minha vida.

GE.Net: Foi o melhor ano da sua carreira?
Edno: Também tive destaque em outras temporadas, mas essa foi especial. Joguei bem, fui artilheiro da Portuguesa, como já tinha sido em outras equipes, e assumi uma grande responsabilidade dentro do elenco. Nossa campanha na Série B entrou para a história: foram 78 pontos, quase alcançando o recorde do Corinthians [85 pontos em 2008], que a gente passou em número de gols [80 contra 79]. E ainda podemos aumentar nossas marcas na última rodada, contra o Icasa.

GE.Net: Você teve grande contribuição para essa campanha.
Edno: Com certeza. Marquei 13 gols e poderia ter sido o artilheiro da Série B. Só não fui porque sou um cara que joga para o grupo, e não para si mesmo. Em muitas ocasiões, preferi dar um passe para um companheiro do que carregar a bola para o gol. Sempre fui assim.

GE.Net: Foi assim desde o começo de carreira, quando se aventurou por Holanda [defendeu o PSV Eindhoven], República Tcheca [Viktoria Plzen] e Polônia [Wisla Krakow]? Como foi a mudança para esses países, entre 2002 e 2003?
Edno: Naquela época, eu era um pouco diferente. O tempo passa, e a gente muda. Jogar na Europa foi uma experiência de vida, que vou levar para sempre comigo. Posso contar histórias para as minhas filhas, para os meus futuros netos e para os meus amigos. Desde então, venho construindo uma carreira brilhante, abençoada. No final, o que ficará de tudo isso é o meu caráter, a minha imagem. Quero que me reconheçam como uma boa pessoa.

Ex-jogador profissional de futebol, o hipnólogo Olimar Tesser (foto) foi convocado pelo técnico Márcio Bittencourt a amparar emocionalmente o elenco do Noroeste no Campeonato Paulista de 2008 - trabalho que já exerceu em equipes como Juventus, Guarani, Ponte Preta, Marília, Náutico, Bahia, com atletas de outros esportes e até com árbitros. Em sua primeira palestra no time de Bauru, um dos jogadores começou a vomitar. Era Edno.

O atacante sequer compareceu ao segundo encontro do grupo do Noroeste com Tesser, pois continuava com mal-estar. No café da manhã do dia seguinte, voltou a vomitar. O hipnólogo, então, aproximou-se de Edno para tentar solucionar o problema. Hipnotizou o atacante durante um minuto, sem que ele percebesse, após ouvir lamentações sobre o nervosismo pelo mau momento profissional. O atleta estava apreensivo com a escassez de gols que se seguiu às boas atuações da temporada anterior.

Na partida seguinte, Edno desencantou: marcou de cabeça um dos gols do Noroeste na derrota por 3 a 2 para o Santos, na Vila Belmiro, e começou a ser cotado como possível reforço de grandes clubes. Só não cumpriu a promessa de dedicar a jogada que o libertou emocionalmente a Olimar Tesser. 'Ele fez um trabalho bem legal com a gente, ajudando muito o grupo. Foi por causa dele que o Noroeste conseguiu uma excelente campanha naquele Campeonato Paulista, com muitos jogadores se projetando. Infelizmente, nunca mais conversamos depois daquelas preleções, daquelas conversas nos treinos', comentou o atacante.

O desencontro com Edno não foi por falta de esforço de Tesser. Satisfeito com o trabalho que desenvolveu no Noroeste, o hipnólogo procurou os contatos do atleta com o técnico Márcio Bittencourt e com um diretor da Portuguesa de quem tratou, porém não obteve sucesso. 'Fiz o Edno voltar a jogar bem em um minuto. Imagine o que não consigo em um mês de trabalho. Posso colocá-lo na Seleção Brasileira. Ele tem potencial para isso', afirmou o profissional, que já angariou muitos amigos no futebol. Entre eles, estão o lateral esquerdo Rai (da própria Portuguesa) e o volante Roberto Brum (ex-Santos, hoje no Alki Larnaca, do Chipre), que conheceu no programa Mesa Redonda, da TV Gazeta.

GE.Net: Mas imagino que você tenha sofrido para se adaptar ao Leste Europeu.
Edno: Eu me transferi muito cedo, com uns 18 anos. Estava sozinho. Depois, chegou a minha primeira mulher, que conheci em Florianópolis. Viver lá não era tão difícil, pois eu tinha tradutor, havia brasileiros nos meus times e a comida era boa. Essas partes eram fáceis. Se fosse por isso, eu poderia ter ficado na Europa até hoje para voltar ao Brasil em uma condição muito melhor depois. Mas o resto era bem complicado, principalmente a parte financeira. Fui bastante enrolado por empresários e tive que retornar logo. Eu me lembro que, quando viajei de volta para cá, estava literalmente sem nada, com uma mão na frente e a outra atrás.

GE.Net: Como assim?
Edno: Quando cheguei à Europa, fiquei sabendo que tiravam boa parte dos meus salários para eles.

GE.Net: 'Eles' quem?
Edno: Esses italianos, esses empresários. Eles fizeram isso em todos os lugares da Europa onde joguei, já que me levaram para os três clubes. Ou seja, eu poderia estar em uma situação bem melhor hoje. Tive que reiniciar a minha carreira do zero quando voltei para o Brasil. Pensei até em desistir.

GE.Net: Por que não desistiu?
Edno: As pessoas amigas que estavam ao meu lado não deixaram. Foram muitas. Não vou citar nomes porque não convém. Graças a Deus, dei a volta por cima. Cheguei ao Brasil e passei por Cruzeiro, Figueirense, Novo Hamburgo e até por um clube do Chile. Pouca gente sabe, mas fiz um período de treinos no Universidad de Concepción, apesar de não ter chegado a jogar. São experiências de vida, como as que tive na Europa.

GE.Net: Você sofreu preconceito na Europa?
Edno: É claro que há preconceito! Até um pouco de racismo, viu? Mas vou fazer o quê? Comigo, não chegou a acontecer nada porque eu tomava cuidado e não saía de casa. Eu tinha medo desses negócios de skinheads.

GE.Net: Voltaria a jogar em um clube europeu, depois de todos esses problemas?
Edno: Tudo é um aprendizado na vida. Hoje, em caso de proposta de um time da Europa, já estou bem mais maduro e ciente de como as coisas funcionam. Sei analisar os termos dos contratos, tudo isso. Se tiver a oportunidade de sair de novo, por que não ir? Apesar de tudo, posso dizer que fui bem na Polônia. Que eu saiba, sou o segundo brasileiro a jogar lá. No ano anterior, um menino tinha saído do país para atuar no Marítimo, de Portugal. Fui campeão invicto da Liga Polonesa. Joguei em um time grande [Wisla Krakow], como se fosse o Corinthians ou o São Paulo deles.

GE.Net: E o Corinthians daqui? Esqueceu e só pensa na Portuguesa agora?
Edno: Agora é Portuguesa. Falta uma rodada para a Série B acabar e precisamos continuar concentrados. Vou sair de férias depois e aproveitar para descansar com a minha família, passeando bastante. Só quero pensar em futebol de novo na reapresentação.

GE.Net: Na reapresentação da Portuguesa?
Edno: Da Portuguesa [risos]! Meu contrato de empréstimo vale até o Campeonato Paulista. Até lá, o Edno fica. Mas vamos conversar e acertar alguns detalhes mais tarde, porque o meu pensamento é jogar a Série A pela Lusa.

Fonte: Gazeta Esportiva

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