Alex elogia consistência do Corinthians: ‘Time é a cara do Tite’

Alex elogia consistência do Corinthians: ‘Time é a cara do Tite’

O meia brasileiro Alex, do Al-Gharafa (Qatar), foi uma das importantes peças do Corinthians para a conquista da Copa Bridgestone Libertadores de 2012. Contratado junto ao Spartak Moscou, o jogador chegou ao clube paulista no meio da temporada 2011 e permaneceu no Timão até a conquista do torneio sul-americano, que possibilitou a ida do alvinegro ao Mundial de Clubes da Fifa, a ser disputado no Japão. Em entrevista exclusiva ao FOX Sports Rádio desta quarta-feira (5 de dezembro), o ex-jogador do Corinthians elogiou a consistência da equipe do técnico Tite, que o treinou também no Internacional.

“O Corinthians é a cara do Tite”, afirmou Alex. “Pela carreira dele, quando ele venceu, teve um time organizado, disciplinado. O Tite possibilita o brilho de algumas individualidades, e não apenas de uma só. Ele faz o Corinthians forte, mas não impede que ninguém tenha o seu brilho individual. Isso ele sabe fazer como ninguém”.

Além de falar sobre a solidez da equipe corintiana, Alex também falou sobre o Mundial de Clubes, sobre a defesa de Cássio contra o Vasco, sua saída do Corinthians e um possível retorno ao futebol brasileiro.

Veja as principais declarações do meia do Al-Gharafa ao programa:

“É um torneio muito difícil (Mundial de Clubes). É algo que vai marcar ainda mais a carreira de todo mundo e de um clube que é centenário, é único. Tem tudo para coroar essa campanha que começou com o título da Libertadores.”

“Não é favorito, porque título mundial não tem isso. É uma competição curta, sem chance de erro. O emocional conta muito. É candidatíssimo, está mais do que preparado para essa conquista.”

“É o maior complicador (o primeiro jogo do Mundial). O risco é muito grande em todos os jogos. O Corinthians é superior ao primeiro adversário, mas isso não entra em campo.”

“Fora o Corinthians, o Al-Ahly (do Egito) e o Chelsea, eu não tenho muita informação dos outros. Do Al-Ahly eu tenho porque é da mesma escola que jogamos em 2006, pelo Internacional. Do restante, não tenho muitas informações para falar a respeito.”

“Eu acho que na questão do esquema não tem problema (saída de Guerrero do time). Já foi jogado com um atacante fixo e terminamos a Libertadores sem um, mas com o mesmo sucesso. Existe versatilidade no elenco do Corinthians, e cada um que entrar estará adaptado para cada situação.”

“Ali foi o nosso maior susto de perder a Libertadores (defesa do Cássio no chute de Diego Souza, contra o Vasco). Eu senti que a gente tinha a cara da Libertadores, que a gente podia fazer um bom campeonato, mas sem ter certeza disso (do título). Ao longo do tempo que foi passando, a gente foi acreditando cada vez mais, porque fomos amadurecendo. Depois desse susto, a gente foi muito forte contra o Santos. Ali a gente já estava muito formado para aquilo que a gente estava conquistando. Na final, a gente não tinha muita dúvida do que podia acontecer, mesmo o Boca sendo o adversário. Qualquer lugar que você passasse, você sentia essa energia positiva, porque a gente estava conseguindo passar isso. A gente veio forte, o Brasileirão nos deu uma bagagem e tínhamos jogadores prontos para a situação.”

“Arrependido não (de sair do Corinthians), porque ninguém me pôs uma faca no pescoço para aceitar o que eu aceitei. Mas eu gostaria muito de estar participando, por ser um momento único. Foi uma decisão difícil, mas consciente, pois foi pensando no meu futuro. O Corinthians me deu essa possibilidade. Eu tenho a certeza de que eu saí do Corinthians de maneira prematura.”

“Interesse de voltar existe sempre. Mas eu também estou feliz, por enquanto. Eu tenho uma vida bem mais tranquila, são só doze times na liga. Não é o futebol que a gente gostaria de jogar, mas a gente tem a possibilidade de fazer um ‘intercâmbio’ e ensinar um pouco daquilo que a gente aprendeu.”

Fonte: Fox Sports

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