Lucca recebe oferta árabe, e estratégia do Corinthians pode dar certo; entenda

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Por Lucas Faraldo e Rodrigo Vessoni

Corinthians e Lucca têm contrato até julho de 2020

Corinthians e Lucca têm contrato até julho de 2020

Daniel Augusto Jr/Ag. Corinthians

O Corinthians recebeu nos últimos dias uma proposta para negociar o atacante Lucca. O interesse é de um clube do futebol árabe, cujo nome está sendo mantido em sigilo.

A reportagem do Meu Timão apurou que a diretoria corinthiana está atualmente analisando os números inicialmente colocados à mesa pelos árabes. A possibilidade é de bater o martelo pela transferência do atleta e, assim, ver sua estratégia de um ano atrás dar certo agora.

Sem espaço no elenco do Corinthians principalmente desde o início de 2018, Lucca engatou empréstimos ao Internacional e ao Al-Rayyan, do Catar. Na época do acerto temporário do atacante com o clube árabe, o Timão decidiu estender o contrato do atleta para "se prevenir".

O vínculo que venceria neste próximo dia 31 de dezembro de 2019 foi prorrogado para julho de 2020. O intuito era justamente aumentar suas chances de fazer dinheiro com uma eventual venda de Lucca caso o atacante se destacasse na tal passagem pelo Al-Rayyan.

Num primeiro momento, a estratégia se mostrou ineficiente, ainda que Lucca tenha anotado 12 gols em 24 jogos pelo time do Catar. Por lá, porém, não seguiu após o contrato de empréstimo. Assim, voltou ao futebol brasileiro em julho passado e foi emprestado ao Bahia.

Como não se destacou na equipe do técnico Roger Machado, Lucca tende a ser liberado sem maiores problemas pelo clube baiano - onde ficaria, em princípio, até julho que vem.

Em outras palavras: o Corinthians, que já trabalhava com a possibilidade de perder Lucca "de graça" ao término do contrato, vê agora chance de fazer uma grana com o atacante contratado há mais de quatro anos, no segundo semestre de 2015.

Na época do empréstimo ao Al-Rayyan, em 2018, o Corinthians estipulou 2,5 milhões de dólares (pouco mais de R$ 10 milhões) como valor fixo para os árabes exercerem a prioridade de compra ao término daquele vínculo. O Timão deve agora tentar vendê-lo por uma quantia semelhante. O clube alvinegro é dono de 60% dos direitos econômicos do atleta.

Veja mais em: Lucca e Mercado da bola.

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