Marcelinho relembra episódio em que 'derrubou' técnico do Corinthians com Ronaldo Giovanelli
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Por Meu Timão

Marcelinho lembrou de ato nos bastidores em seus tempos de jogador do Corinthians
Danilo Fernandes/Meu Timão
Depois de aposentados, jogadores de futebol costumam abrir o jogo sobre os bastidores mais polêmicos da carreira. Ídolo do Corinthians, Marcelinho Carioca não tem muitas papas na língua ao lembrar de sua trajetória dentro das quatro linhas. E nesta semana, ele detalhou um momento delicado ao lado de Ronaldo Giovanelli.
Durante participação no programa Jogo Aberto, da Bandeirantes, o Pé de Anjo confirmou que o elenco pode derrubar treinadores e, mais do que isso, relembrou momento em que fez isso no Timão com o auxílio do ex-goleiro.
"Um reino dividido não existe. Quando uma equipe é campeã, é porque o grupo está fechado dentro das quatro linhas e nos treinos. Agora, se o grupo quiser tirar o treinador, o Ronaldo sabe muito bem que a gente tira (risos)", disse, sendo interrompido pelo outro ídolo alvinegro.
"Eu falava para você: 'Marcelinho, não vai bater no homem porque você está batendo no joelho. Se for bater, dá na cabeça'", brincou Ronaldo, antes de Marcelinho detalhar o ocorrido, negando que tenha sido com Vanderlei Luxemburgo.
"É um outro treinador que, quando chegou, reuniu todo mundo. Ele pegou um táxi, nosso time estava uma draga. Ele chegou e disse 'o taxista me falou que era melhor eu colocar quatro cabo de vassoura com camisa na defesa'. Aí eu olhei pra você, você olhou para mim, olhamos para o Viola e para o Doutor Joaquim e você já fez assim (gesto de cortar pescoço). Entendi na hora. Quando fomos conversar no canto com o Doutor, eu fui o primeiro a falar que não dava para ficar. Ronaldo assinou embaixo e o Viola também, assim como o Joaquim", completou.
Mencionados na história, Marcelinho, Ronaldo e Viola jogaram juntos no Timão entre 1994 e 1995. Nesse período, os seguintes técnicos passaram pelo clube: Alfrânio Rui, com cinco jogos; Carlos Alberto Silva, com 34 jogos; Jair Pereira, com 46; Mário Sérgio, com 29 partidas; e Eduardo Amorim, com 67.