Roni relembra evolução com diferentes treinadores do Corinthians e lembra ansiedade por estreia

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Por Meu Timão

Xavier e Roni no jogo contra o Bahia, na Neo Química Arena, pelo Brasileirão

Xavier e Roni no jogo contra o Bahia, na Neo Química Arena, pelo Brasileirão

Danilo Fernandes / Meu Timão

Começando a se destacar na equipe principal do Corinthians, o volante Roni relembrou os treinadores que o ajudaram durante a base e foram responsáveis pelo seu crescimento como jogador de futebol. Tendo como primeiro treinador Célio Silva, o atleta lembrou como evoluiu sob as suas orientações.

"No Corinthians, todos foram bons profissionais, importantes: uns no lado mental, outros no motivacional, na parte técnica, tática. O primeiro foi o Célio (Silva). Quando eu tinha cinco anos e jogava com a cabeça baixa, ele amarrou um colete no meu pescoço e falou para eu jogar com a cabeça levantada (risos)", contou em entrevista ao GloboEsporte, reconhecendo suas limitações.

"Eu trabalhei muito. Não sou o melhor jogador do mundo. Não sou o mais rápido, o mais forte, mas me dediquei muito. Fiz de tudo para que, quando chegasse meu momento, estivesse preparado", continuou.

Passados os papos com Célio Silva, Márcio Zanardi, Osmar Loss e Eduardo Barroca, os treinadores que ele coloca ao lado de Coelho como fundamentais na sua formação, ele ainda explicou a ansiedade com a qual teve de lidar após ser avisado que entraria em campo.

"Falei com meu pai, minha namorada e meu melhor amigo. Não falei com mais ninguém, não postei nada, porque prefiro assim. Quanto menos sabem, melhor. Fiquei com o Xavier no quarto conversando. Falei: "Caramba, mano, a gente vai jogar no profissional, a gente vai estrear". Acordei, e a hora do jogo demorava. Podia ser mais cedo, né? Ansioso, mas feliz", relembrou.

Por fim, Roni ainda deixou claro que não se considera um grande talento físico ou técnico, mas puro fruto da sua dedicação nos treinamentos.

"Eu tenho muito para melhorar, tenho muito para crescer ainda, para treinar. Estou só no começo. Espero ficar melhor tecnicamente, fisicamente, mentalmente. Eu me considero esse tipo de atleta: que é mais dedicado, que não é tão talentoso e que é mais por força de vontade", concluiu.

Veja mais em: Roni e Dyego Coelho.

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