Corinthians faz acordo para pagar Caixa até 2039 e voltará a ter bilheteria da Arena; veja detalhes

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Por Meu Timão

Neo Química Arena tem um novo acordo para o seu pagamento

Neo Química Arena tem um novo acordo para o seu pagamento

Danilo Fernandes/Meu Timão

Depois de anos de negociação, uma ameaça de execução judicial e várias tentativas, o Corinthians conseguiu um acordo com a Caixa Econômica Federal sobre as condições do financiamento da Neo Química Arena. A informação é do GloboEsporte.com e as partes esperam assinar um novo contrato nas próximas semanas. Ou seja, falta a oficialização.

Segundo a publicação, o banco estatal concordou em oferecer um prazo de pagamento ao Corinthians muito maior do que o anterior, até 2040, quando será depositada a última parcela dos naming rights. Inicialmente, o clube teria que quitar o financiamento até 2028. Essa era uma das "bombas" prometidas pelo presidente licenciado Andrés Sanchez no final do seu mandato.

Além disso, o Timão ganhou um tempo de carência e só vai iniciar os depósitos para a Caixa em 2022. Ficou combinado que os pagamentos serão feitos em 17 prestações, uma por ano, e não mais mensalmente, como previsto no contrato anterior.

Ainda de acordo com a reportagem, o valor total da dívida do Corinthians fixado no contrato com a Caixa é de R$ 569 milhões. Destes, R$ 300 milhões serão abatidos com a receita dos naming rights da Arena ao longo dos próximos 20 anosm sempre em parcelas de R$ 15 mi anuais.

Com isso, o clube poderá obter parte da receita gerada pela Arena ano a ano. Mesmo com a inclusão de juros e correção monetária, a parcela anual do financiamento não vai ultrapassar R$ 38 milhões. Ou seja, como o pagamento dos direitos de nome da Arena será feito em 20 vezes de R$ 15 milhões, o máximo que será tirado da bilheteria anual é de R$ 23 milhões.

Com 35 jogos por ano em casa, em média, e o Timão fazendo uma renda de R$ 1.663.750,47 desde a inauguração, número registrado até aqui, o Corinthians tem renda bruta esperada na casa dos R$ 58 milhões por temporada.

Retirando-se o máximo de R$ 23 milhões por ano, que se juntarão aos R$ 15 milhões dos naming rights para o pagamento, o Timão ficaria com um mínimo de R$ 35 milhões nas suas contas por ano.

Veja mais em: Neo Química Arena e Andrés Sanchez.

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