Corinthians fecha acordo com a Justiça do Trabalho e processos em execução serão parcelados

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Departamento Jurídico do Corinthians conseguiu um importante pacto com a Justiça do Trabalho de São Paulo para concentrar as dívidas trabalhistas num único acordo

Departamento Jurídico do Corinthians conseguiu um importante pacto com a Justiça do Trabalho de São Paulo para concentrar as dívidas trabalhistas num único acordo

Rodrigo Vessoni/ Meu Timão

O departamento jurídico do Corinthians, com a colaboração do escritório do Dr. Domingos Sávio Zainaghi, conseguiu um importante pacto com a Justiça do Trabalho de São Paulo. O clube vai concentrar as dívidas trabalhistas num único acordo que, a partir de agora, poderá ser quitado pelo clube em seis anos (72 parcelas).

Os processos que farão parte do acordo serão aqueles em execução, ou seja, na qual o clube já está condenado na respectiva ação. Desta maneira, evita-se a penhora das contas correntes e demais receitas com patrocínios e acordos comerciais.

Nem Corinthians nem Justiça devem divulgar o valor total dos processos em execução, mas estima-se que a cifra do clube de Parque São Jorge nesse acordo vai girar entre R$ 10 milhões e R$ 15 milhões.

Heroi Vicente, diretor jurídico, e Duilio Monteiro Alves, presidente, durante a posse no Parque São Jorge, no dia 4 de janeiro

Heroi Vicente, diretor jurídico, um dos responsáveis pelo acordo com o TRT-2 e Duilio Monteiro Alves, presidente, durante a posse em janeiro

Mauro Horita / Agência Corinthians

As dívidas trabalhistas são pendências que os clubes têm com seus funcionários em regime de contrato CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas), incluindo jogadores e membros da comissão técnica.

O acordo com a Corregedoria Regional do Tribunal Regional do Trabalho (TRT-2) foi deferido pelo desembargador-corregedor Sergio Pinto Martins. Em entrevista recente sobre esse parcelamento dos clubes, garantiu que a concentração de execuções é vantajosa para os ex-empregados e também para os clubes.

"É um meio de credores trabalhistas receberem o que lhes é devido e, ao mesmo tempo, de os clubes conseguirem pagar o que devem e evitarem bloqueios em suas contas, o que comprometeria, por exemplo, a quitação da folha de pagamento, de tributos e outras despesas correntes", resumiu o desembargador-corregedor.

Vale lembrar que Santos e Portuguesa de Desportos já haviam conseguido o mesmo acordo com a Justiça do Trabalho de São Paulo.

Veja mais em: Processos do Corinthians e Diretoria do Corinthians.

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