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'Vão matar a gente'
Ídolo do Corinthians detalha sequestro e conta como foi saída do cativeiro
Por Meu Timão
No último final de semana, Marcelinho Carioca, um dos maiores ídolos da história do Corinthians, passou por situação delicada, quando foi sequestrado e colocado em cativeiro . O ex-jogador concedeu entrevista ao "Fantástico", da Globo, e contou mais sobre o ocorrido.
"A gente começou a escutar um helicóptero. Aí alguém chegou e falou: 'A casa caiu'. Nisso, um policial sozinho chegou no portão e falou: 'Abre'. Eu não sabia o que estava vindo e falei: 'Vão matar a gente'. Baixei a cabeça. Quando ele chegou, com a mão estendida, falou: 'Vem que você está livre'. Abracei ele como se fosse meu pai, irmão ou amigo", iniciou Marcelinho.
Marcelinho desapareceu da noite de domingo para segunda-feira, após show de Thiaguinho na Neo Química Arena. O ex-jogador foi sequestrado junto a sua amiga Tais e ambos foram levados para cativeiro em Itaquaquecetuba. O ex-atleta chegou até a gravar vídeo que viralizou nas redes sociais , no qual aparecia todo machucado e afirmava ser um sequestro.
De acordo com o jogador, ambos foram abordados por quatro homens, que já o encapuzaram e o levaram para cativeiro. Marcelinho comentou que os momentos no local foram pesados, já que os sequestradores pediam dinheiro e mostravam estarem armados.
"Saí do estádio [Neo Química Arena] para ir para casa, moro em Arujá. Passei por Itaquaquecetuba, é caminho para minha casa. [Quando cheguei na casa da Tais], passaram quatro pessoas, e quando virei para ver, já encapuzaram. Fiquei desesperado", falou.
"A todo momento era aquele apavoro. 'A gente quer dinheiro, jogador tem grana, já brincou de roleta russa?' Você escutava a arma rodando, mas não via nada... uma hora, colocaram a arma por baixo da toalha. Foi um sufoco", disse.
O ex-jogador e Tais foram liberados na tarde de segunda-feira , quando a Polícia Militar os resgataram após denúncia anônima. Marcelinho aproveitou e gravou vídeo ao lado de sua família , em casa, após toda a situação, agradecendo as mensagens de apoio e mostrando que tudo estava bem e sob controle.





