Post de Carlos no fórum "Bate-Papo da Torcida" do Meu Timão

Depois da venda do lateral Guilherme Arana, destaque das categorias de base do Timão para o Sevilla, descobriu-se que parte expressiva do passe do jogador se encontrava nas mãos do empresário Fernando Garcia. O mesmo empresário que somava participações nos passes do Maicon e do Malcom, também revelações corintianas que tinham sido vendidos anteriormente.

Em outro episódio, abafado pela diretoria, o empresário do então, recentemente, revelado meia Pedrinho, denunciou que o seu jogador havia sido assediado por um representante da Elenko Sports (empresa do Fernando Garcia) dizendo que, 'se o Pedrinho não mudasse de empresário, ele nunca teria chance no Timão.

E depois da venda do lateral Arana, no começo de 2018, o Timão contratou por empréstimo o Sidcley, que tinha dado conta da posição. Mas, na época, o Fernando Garcia queria empurrar o Danilo Avelar para o Corinthians. Os dirigentes então, disseram que o Sidcley era 'caro demais' e o deixaram ir embora para a Ucrânia. E nós ficamos com a bomba do Avelar.

Está mais do que na hora de os dirigentes corintianos analisarem os jogadores que contratam pelo aspecto futebolístico e não pelo 'relacionamento' que mantém com os empresários. Ficam todos pensando nas comissões pela negociação dos atletas e depois percebem que os jogadores não tem nem condições de vestir a camisa do clube. O resultado é a enxurrada de jogadores emprestados com parte dos salários pagos pelo Timão.

Desta forma, é preciso fizer o óbvio e avisar aos dirigentes que o rei está nu. Ou eles mudam de atitude, ou vão matar a galinha dos ovos de ouro.

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