Post de Dwight no fórum "Bate-Papo da Torcida" do Meu Timão

Pagando, por mim pode ser qualquer um, mas eu acho que pelo tipo de serviço oferecido, uma Amazon e Magazine Luiza teriam mais facilidade de fazer ações com a torcida do que a Hypera, por exemplo.

Em resposta ao tópico: "Não, Amazon Arena não é a mesma coisa que Arena Chiquinho do Sacolé"

Vejo direto aqui no Fórum que o mais importante é que alguma empresa pague o valor pedido pelo clube, seja ela qual for. Nesse sentido, desdenham de quem deseja que gigantes como Amazon, Emirates, Samsung etc. Deem nome à Arena.

Desculpem, mas os senhores estão enganados e digo o porquê.

1. O que mais vemos aqui no Brasil é empresas que, num dia são gigantes, mas no outro estão pedindo falência ou em recuperação judicial;

2. A chance de ter um rolo da diretoria com alguma empresário brasileiro é bem maior do que com algum boss de uma multinacional. O Andrés e sua turma podem ser amiguinhos de vários empresários do país, mas não do dono da Amazon, por exemplo;

3. Ter uma gigante conhecida no mundo inteiro (muitas vezes dando nome a outras arenas) é elevar o nome do clube a outro patamar;

4. As ativações (formas de divulgação e rentabilidade) que uma Emirates faz têm uma dimensão bem maior que Magalu. Vocês já viram as ações antes jogos do Benfica, do Real Madrid?

5. O BMG não serve de exemplo como não adianta qualquer acordo?

Eu torço para que esse naming rights seja vendido e que quem adquira seja uma gigante do mercado internacional. Se for uma companhia brasileira, vou apoiar e valorizar do mesmo jeito, mas sabendo das limitações do acordo e dos riscos citados.

Ah, não sou anti. Só sou consciente. Também não caio no discurso de corintiano nutella.

#VaiCorinthians

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