Guilherme Montenegro
Quase chorei aqui
em Análise dos jogos > O restaurador
Em resposta ao tópico:
O poder de restaurar é mais nobre que o poder de comprar. De adquirir.
É olhar para uma regata e bermuda e transformar num terno - usado hoje por Cantillo.
É ressuscitar gênios escondidos na lâmpada do Coelho, que renascem em forma de Fagner, o desejo de lateral direito de 10 entre 10 times do país.
É tirar a poeira de um artefato coberto por descrença e cartões amarelos e ver surgir uma relíquia versátil em todas as partes do campo, conhecida por muitos como Gabriel.
É fazer Mosquito virar águia e Mateus cada vez mais Vital.
É resgatar monumentos esquecidos na tumba do Atlético-MG e colocar em exposição para aplausos e reverências sob a alcunha de Fábio Santos, Cazares e Otero.
Poucos são aqueles que conseguem ver além do que se apresenta. Que não vira as costas para o mínimo de virtude possível de se fazer vir à tona.
O Corinthians provavelmente não imaginava que acertaria tanto ao escolher um restaurador ao invés de um modificador.
Mas acertamos.
Só ontem, foram 5 vezes.


