Evandro Pimentel
Isso eu sei, a ideia era só uma amostra do que poderia ser, mas times mexicanos, do Uruguai foram comprados também.
No Brasil temos o RBB com um modelo misto que consegue continuar como associação.
Porém com a diretoria de um clube/empresa
em Bate-Papo da Torcida > Clubes comprados x clubes tradicionais
Em citação ao post:
Exemplos na Europa!
Outro mercado economia.
Legislação.
Tributação.
No Brasil isso seria mais arriscado do que muitos admitem, nunca colocam os problemas aqui do Brasil.
A CREFISA é um contexto diferente, não serve como exemplo.
O Palmeiras continua como associação, ou seja, com tributos específicos. Só isso já descaracteriza a comparação.
Outro detalhe:
A Crefisa não pode 'DOAR' dinheiro ao Palmeiras! Não podem contratar e pagar salários
A RECEITA FEDERAL NÃO PERMITE E MULTA!
No final virá empréstimo e gera dividas ao Clube!
Com a MSI foi parecido.
A tática que tentam usar é supervalorizar o patrocínio no clube, que a camisa pelo mercado nem valeria aquilo, mas pagam acima do mercado.
Mas como disse ainda o clube é associação.
Empresas no Brasil mal suportam o nosso cenário!
EMPRESAS CENTENARIAS COM EXPERIÊNCIA, GRANDES OU MULTINACIONAIS! OU ENTRA EM FALÊNCIA OU DEIXAM O Brasil!
Vejam o número de empresas fechando no Brasil?
Vejam o número de desemprego?
SE O CLUBE TIVER UM DONO TERÁ QUE MUDAR SUA DENOMINAÇÃO!
Vai sair da tributação de Clube associação, com privilégios.
E entrar na selva que as empresas no Brasil enfrentam.
Isso sem experiência, e com um produto intangível que é a 'paixão' pelo clube!
Além que será muito mais suscetível às oscilações do mercado Brasileiro.
OU SEJA, É UM RISCO ENORME!
Um clube pode se dar bem? Pode!
Mas até quanto tempo?
A maioria tem mais probabilidade de falência!
Essa é a verdade!

