Victor Fernandes
Foram feitas rápidas graças a pesquisas inovadoras. Não discordo. Seu erro é supor que só porque foi feita em laboratório, com alta tecnologia, é 100% segura. Isso não existe.
Vou repetir: não sou antivacina. O erro é supor que vacina é mágica. Mesmo vacinado, você pode pegar a doença. A própria vacina, dependendo do organismo da pessoa, pode produzir efeito colateral. Isso não é loucura.
Quando à cientificidade de alguns remédios... Deixem os médicos resolverem. Ora... Se um médico receita invermectina, quem sou eu pra falar sobre a cientificidade do medicamento? O máximo que posso fazer é procurar outro médico.
Eu enxergo uma terrível politização da ciência. Sinceramente, eu estou na minha segunda faculdade. Tenho mestrado em uma instituição bastante séria. Eu sou humilde o suficiente pra saber que o conhecimento humano é bastante limitado. Coisas que hoje nós aceitamos como inquestionáveis, podem sim serem provadas como relativas.
Vejam o átomo. Há algumas décadas, entendiam-no como a menor partícula da matéria. Hoje, sabe-se que a menor é o quantum. Ainda não se sabe como a mesma partícula de energia (quantum) pode formar uma cadeira e uma pessoa. Pior, o quantum desafia a noção tradicional de tempo-espaço.
O organismo de qualquer pessoa é complexa demais pra gente dizer que um medicamento é 100% ineficaz e que uma vacina é 100% segura, num espaço de pouco mais de um ano.
em Bate-Papo da Torcida > Off, Vocês pegou Covid? Se curou na base de que? Uma duvida
Em citação ao post:
As vacinas foram feitas no tempo adequado, não foram rápidas demais, não caia em fake news.
As tecnologias de vacina são consagradas e estavam prontas para outros tipos de vírus que já temos, o grande número de casos permite testes de ótima qualidade (tanto para eficácia, como para efeitos colaterais).
E não devemos respeitar a opinião do presidente pois o médico tem dever de oferecer o tratamento com embasamento científico apenas, e não crendices farmacológicas sabidamente falhas. Não pode ser jogada a responsabilidade de uma escolha na 'relação médico x paciente'. Um exemplo, se um paciente com câncer deseja tomar zinco isso não deve ser prescrito, pois não é um tratamento eficaz para o câncer. Devem ser oferecidos apenas a quimioterapia, imunoterapia ou radioterapia (tratamentos consagrados para o câncer).