Lucascris Queiroz
Caraca estamos sem lateral esquerdo, sem volantes, nossa zaga e uma baba e sem atacante obs: Jr Moraes é fraco não tem imposição física nenhuma pra um atacante muito menos pra um centroavante não aguenta uma marcação firme parece uma moça em campo incrível perecia criança no meio de adulto jogando
em Análise dos jogos > Palmeiras x Corinthians : Apagão em campo e muito trabalho a ser feito
Em resposta ao tópico:
Olá pessoal, tudo bem?
Vim aqui apresentar uma análise que eu fiz dessa apresentação desagradável que o Corinthians nós trouxe.
Bom pra começar acredito que a escalação tenha surpreendido muita gente. De fato observamos mudanças em alguns setores. No gol saiu Cássio que embora não saiba jogar com os pés é ainda o nosso melhor goleiro. E não é uma questão de preferência, é fato que sai treinador entra treinador e o Cássio tá lá. O substituto Doneli foi bem infeliz de assumir a baliza em um jogo tão tenso como é o Derby, talvez essa pressão somada a inexperiência afetou seu desempenho.
Na defesa a lateral direita foi novamente ocupada pelo português, que é muito bom em apoiar o ataque e a construção do time, mas defensivamente teve muitos problemas. Recompôs de maneira muito precária e dificilmente conseguia chegar a linha de fundo e cruzar. Seus cruzamentos foram totalmente interceptados pela defesa do rival e ainda tomou uma canseira tendo que acompanhar o ponta do rival.
Na zaga a dupla da base sofreram com as arrancadas do atacante palmeirense e erraram muitos passes. O João Vitor ficou muito afobado o jogo todo. Cometeu faltas bobas e errou muitos passes. O que fez João Vitor ser considerado o vilão desse jogo, foram os gols sofridos em decorrência de suas falhas. Nos dois lances de bola parada, ficou destruído e foi surpreendido duas vez pelos palmeirenses. No segundo lance em especial houve uma confusão com Rafael em que os dois pularam ao mesmo tempo e se chocaram enquanto o Rony vinha de trás para cabecear. E o terceiro de uma bola perdida em uma de suas arrancadas para empurrar o time adversários e achar um passe em uma zona avançada no ataque. Eu pessoalmente não acho ruim ele fazer essas incursões, mas ele deve fazer na hora certa e com muita responsabilidade. Ele é o típico defensor com bola (para quem joga FM) buscando fazer lançamentos, passes e arrancadas. Isso cria oportunidades e chances, mas também gera erros e erros graves como os de hoje.
Já o Raul Gustavo também estava um tanto afobado e correu muito, também cometeu erros em saindas de bola e em geral ficou apagado.
Lucas Piton foi nulo no ataque e péssimo na defesa. Cometeu os mesmos erros de seu companheiro na outra lateral. O lado esquerdo foi nada hoje. Muito marcado e tinha que ficar muito atento aos contra ataques.
O meio teve alterações com a entrada de Paulinha e repetindo a trinca do jogo do Botafogo. Vamos começar com Maycon. Estava bem tenso hoje, não conseguiu dar a saída que o time precisava e cometeu muitas faltas. Batendo em seu oponente em lances em a bola e quando tinha a pelota em seu controle, não conseguiu exercer sua qualidade.
Du Queiroz vou repetir as mesmas críticas. Não apareceu em campo. Era responsável por dar pegada na marcação e não conseguiu fazer nada. Deu algumas arrancadas que não surtiram efeito.
Paulinho, era para ser a criatividade do time, subir para apoiar, fazer triangulações e infiltrações. Muito apagado, várias vezes se encontrava em lugares diferentes do campo apoiando a defesa. Tentou algumas finalizações, mas foi travado.
O ataque segue o do jogo do Botafogo e lá foram super brilhantes, ofensivos e dinâmicos. Contra o time recém nascido do Botafogo sem ajustes e orientações adequadas do treinador. Talvez de todo o time foram os mais inocentes já que a bola não chegava neles e quando chegava era rapidamente suprimidas pelos defensores.
Na tática o Palmeiras repetiu a mesma estratégia que foi usada no campeonato paulista. Os meias do Palmeiras marcavam os volantes do Corinthians, impedindo que fossem opções de passe para a saída de bola e ao mesmo tempo os pontas marcavam os laterais e Rony pressionava os zagueiros. Quando conseguíamos passar a primeira zona de marcação do Palmeiras, eles abaixavam e criavam um bloco de marcação forte e barravam os nossos avanços. Quando recuperação a instrução e lançar para os extremos atacarem e nisso pegavam nossa zaga aberta e conseguiam cruzar para o arremate.
Nossa estratégia é tocar lateralmente e com isso empurrar o time adversários para o compo deles e quando chegarmos em uma zona avançada, fazer a invenção para o lado contrário pra gerar situações de um contra um. Isso pode ser feito com o Adson, Rafael ou Fagner na direita. Na esquerda a uma ideia de tocar e gerar triangulações com o lateral, o ponta e o volante do setor e então chutar no gol. O nosso centroavante é para ser a nossa referência. Quem recebe uma bola e faz o pivô para uma infiltração ou segura para tocar com outro jogador. Nada disso conseguimos fazer.
As substituições pouco mudaram o jogo. Foi meio que trocar seis por meia dúzia, a estratégia do rival continuou a mesma e a nossa também.
O que tiramos desse jogo? Que a muito trabalho a ser feito, não temos condições de disputar com times mais fortes no momento. Estamos sem repertório e os adversários aprendem nossas estratégias com facilidade. Temos material pra fazer o básico, precisamos jogar bem contra o boca e vai faltar características que nos possibilitem sermos adaptáveis nas mais diversas situações. O trabalho do Vitor Pereira não é ruim, falta um tempo para tudo ficar acertado.

