Octavio Cesario
O time do Antonio tem uma grande diferença daquele colocado em campo por Mano. Chama-se Fernando Garro.
Não tem como negar que o argentino é a cereja do bolo desta equipe corintiana.
Contudo, é nitido a melhora abissal de outros jogadores do elenco.
E a consequência disso é ganho coletivo da equipe, que passa a ter um desemepenho muito melhor.
Ou seria ao contrário? A melhor organização tática possibilitou que os jogadores desempenhassem melhor suas funções?
Afinal, como podem jogadores mudarem da água para o vinho pela simples troca do comando técnico do time?
Porque o Fausto Vera foi um jogador quando treinado pelo VP e outro nas mãos dos demais treinadores?
Porque o Yuri, artilheiro com VP, passou a não conseguir dominar uma bola depois que o português saiu? E, agora com o Antonio, já são 2 jogos e 2 gols.
Do outro lado, Roger Guedes virou o tão esperado protagonista depois que Vitor Pereira deixou o Corinthians.
Outro exemplo evidênte é o Maycon. Também podemos citar o Wesley.
Enfim. Como um pereba vira craque e o craque vira pereba do dia para a noite?
Me parece que a complexidade do futebol de hoje é muito maior do que as redes sociais nos fazem acreditar.
Toda a tecnologia e a quantidade de dados disponiveis podem estar além da compreensão de muitos profissionais.
Até porque, não tem como taxar um treinador que foi vice campeão brasileiro em 2022 de fracassado. E também não podemos endeuzar outro que vem construindo sua carreira e acabou de ter dois resultados positivos. Pois é difícil quantificar qual é o tamanho da influência de seu trabalho no desempenho da equipe com apenas 4 dias de treinamento.
Fato é que, quem sabe o que fazer para extrair o máximo de seus jogadores estará a frente daqueles apegados as suas ideias estáticas, sem perceber que o mundo está evoluindo em 10x.
