Luiz Perroni
Simples, dirigente de clube é Torcedor de gravata. E presidente de federação e confederação é Coronel. Onde eles utilizam o poder de seus cargos para fazer o lhes interessa. Os interesses do futebol, clubes e torcedores fica em segundo plano. O Rica Perroni fala: o dono do espetáculo são os clubes. Se eles conseguissem se unir um único momento, tirando os interesses individuais de cada clube e pensasse no coletivo (campeonato, organização, exposição e torcedor), eles quebrariam todo o sistema imediatamente. Mas infelizmente é isso. O Brasileiro trata a política como futebol e o futebol como a política. O Sistema é f@da parceiro.
em Bate-Papo da Torcida > Memphis não entende isso
Em resposta ao tópico:
Memphis não entende isso
Aumenta a cada dia a quantidade de jogadores e treinadores estrangeiros trabalhando no futebol brasileiro.
Além da qualificação técnica, da exposição dos clubes e de nossos campeonatos, existe também a possibilidade da troca de ideias e aprimoramento de conceitos.
Quando um atleta do nível do Memphis Depay, que exige um alto investimento para tê-lo no país, acostumado com as principais ligas do mundo, questiona o horário de uma partida de futebol (no calor das 11h) ou a condução da arbitragem, pra melhoria contínua de nossos campeonatos, deveríamos ouvi-los.
Isto também vale pra outros temas (calendário, violência, gramados, tipos de treinamento, formatos de entrevistas, etc) e pra atletas e treinadores brasileiros.
Por que os organizadores não procuram melhorar as coisas? Campeonatos fortes não são melhores pra todo mundo?
O torcedor comum que no final, é quem sustenta federações, clubes e patrocinadores, também não entende isso.


