Junior Santos
O “ídolo” que não age como corintiano
Vampeta, ex-jogador e hoje comentarista da Jovem Pan, costuma se intitular um grande ídolo do Corinthians. Diz ser torcedor fanático, mas suas atitudes e comentários frequentemente provam o contrário. Em vez de defender o clube ou manter uma postura crítica construtiva, Vampeta constantemente denigre a imagem do Timão. Ele se alinha a situações absurdas criadas por seus colegas de trabalho, muitas vezes assumindo o papel de um mero fantoche, rindo e concordando com narrativas que só prejudicam a instituição que ele afirma amar.
A verdade é que Vampeta não é corintiano. Ele é baiano, torcedor assumido do Vitória. O Corinthians, na vida dele, foi apenas uma oportunidade de projeção nacional, um trampolim para a fama. Ele usou o escudo alvinegro para ganhar visibilidade, mas sua relação com o clube nunca foi de paixão verdadeira.
Um verdadeiro corintiano sente na pele as dores e glórias do time. Não aceita que brinquem com a história do clube e jamais contribuiria para diminuir a grandeza do Timão, seja em mesas redondas ou em qualquer outro espaço. Vampeta, no entanto, prefere ser conveniente e ceder aos interesses alheios, colocando o próprio Corinthians em posições constrangedoras.
Portanto, antes de se autoproclamar um ídolo e “fiel” torcedor, Vampeta deveria lembrar que ser corintiano vai muito além de uma camiseta ou um discurso vazio. É viver e respeitar o Corinthians como uma nação. Algo que, claramente, ele nunca fez. Afinal, no coração dele, quem bate de verdade é o Vitória.
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