Arnaldo Faria
O certo é de 40 a 50%
em Bate-Papo da Torcida > O caminho certo para mudar o Corinthians!
Em resposta ao tópico:
Muitos acreditam que o modelo de Sociedade Anônima do Futebol (SAF) se resume ao formato adotado pelo Botafogo, mas é importante destacar que existem diversos modelos possíveis de SAF. Para o Corinthians, um modelo mais apropriado seria semelhante ao do Bayern de Munique, no qual 75% das ações permanecem sob controle do clube, e os 25% restantes são vendidos a investidores, empresas ou até mesmo torcedores.
Esse formato oferece uma série de vantagens. Em primeiro lugar, o clube manteria sua autonomia administrativa. Além disso, a transformação em SAF exige transparência na divulgação das contas, o que contribuiria para uma gestão mais responsável e eficiente.
Com a venda de 25% das ações, o Corinthians poderia utilizar o valor arrecadado como aporte na dívida atual, promovendo sua redução de forma significativa. Por exemplo, recentemente foi noticiado que um investidor demonstrou interesse em adquirir 59% das ações do clube por R$ 3,54 bilhões. Isso equivaleria a um valor médio de R$ 60 milhões por 1% das ações. Com base nesse cálculo, a venda de 25% geraria aproximadamente R$ 1,5 bilhão. Aplicando esse montante na redução da dívida, que atualmente gira em torno de R$ 2,4 bilhões, o passivo cairia para cerca de R$ 900 milhões — um valor muito mais gerenciável.
Com a dívida sob controle, o clube teria condições de realizar novos investimentos no elenco, o que naturalmente aumentaria sua competitividade e poderia recolocar o Corinthians no caminho dos títulos.