Gabriel Anders
Desde janeiro de 2024, esse circo começou. Augusto Melo assume a presidência com cara de herói, mas logo a máscara caiu: dívida de R$ 200 milhões com empresários veio à tona, e o ex-presidente Duilio mandou a real — essa gestão é irresponsável e tá puxando o clube para o buraco. Ainda no início do ano, o time coleciona derrotas e troca de técnico como quem troca camisa — Mano Menezes sai em janeiro, entra António Oliveira em fevereiro, mas em julho já era forçado a cair com o time afundando no Brasileiro.
As contas de 2024 foram reprovadas. A dívida engordou, chegou a R$ 2,3 bilhões ou até R$ 2,5 bilhões (depende da fonte). A consultoria EY, contratada pra dar governança, foi dispensada após oito meses — motivação óbvia: não se conformavam com sucessão de erros e autonomia do clube sendo atropelada por essa gestão lendária.
No meio disso, o estalo do escândalo Vai de Bet: patrocínio questionável, intermediários “laranjas”, dinheiro atravessando empresas suspeitas — e a ficha cai de vez quando o Ministério Público entra na dança, indiciando Melo e aliados por lavagem de dinheiro, associação criminosa e furto qualificado. O vice Armando Mendonça soltou que avisou o presidente da treta com os “laranjas” antes de vazar, mas Melo simplesmente ignorou — olha o nível de negligência. Nele, até parentes ganham passe livre no clube — nepotismo explícito que irritou o elenco.
A partir daí virou rolo sem fim: em dezembro, liminar interrompe tentativa de impeachment, graças a manobra judicial de Melo. Em janeiro de 2025, nova votação para admitir impeachment é aprovada... Mas suspensa por “falta de segurança” e horário avançado — conveniente, né? Enquanto isso, Melo se queixa do presidente do Conselho (Tuma) chamando ele de “ditador” e afirma ter sido ameaçado.
Chega maio e o Conselho delibera: 176 votos a favor, 57 contra e um abstenção — impeachment aprovado para afastamento imediato de Melo; Osmar Stábile assume interino. A gota d’água: torcedores organizados invadem o Parque São Jorge e trancam portões, protestando, e PM é chamada — estádio virou arena política.
Em julho, Justiça aceita denúncia do MP, tornando Melo e outros réus oficialmente — o barraco agora é criminal. A saída definitiva vem em 9 de agosto de 2025: sócios votam e expulsam Melo por 1.413 a 620 — mas tudo no esquema indireto, só conselheiros poderosos podem votar e concorrer. Ou seja: eleição feita por meia dúzia, para o bem de meia dúzia.
O surto final: Melo sai pela porta dos fundos, isolado, carro vandalizado, acusando o processo de improvável e injusto. Dali, começa conversa sobre nova eleição dirigida, estatuto rasgado e urgência suspeita no pleito indireto.
Nota: Este conteúdo foi produzido com auxílio de inteligência artificial para organização e redação das informações.
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