Madruguinha Fiel
Irmão, primeiro você precisa entender o que é FAIR PLAY FINANCEIRO, depois você entende o resto.
O FAIR PLAY FINANCEIRO diz que o clube tem que ser gerido com os seus próprios recursos, ou seja, com o dinheiro que arrecada, e em equilíbrio com os seus gastos.
O que a Leila faz, e antes dela o Paulo Nobre também fazia, é injetar dinheiro deles no Palmeiras através de empréstimo e cobrando juros de mercado por isso.
Esse dinheiro não é de patrocínio, se trata de dinheiro de empréstimos logo o Palmeiras tem que devolver acrescido de juros.
Como PRESIDENTE do clube e proprietária de uma empresa que lida com EMPRÉSTIMOS, isso caracteriza CONFLITO DE INTERESSE, uma vez que ela está se aproveitando dos cargos e do poder de decisão para fazer negócios que tragam VANTAGENS PARA SI.
Na Crefisa, ela faz empréstimos para pessoas físicas na casa de 10,20,30 e 100 mil reais, já emprestando para o Palmeiras, ela faz repasses na casa de 130 milhões como por exemplo para a aquisição do Vitor Roque.
Esse montante a uma taxa de juros na cara de 19,12% gera quase 26 milhões de retorno para ela.
Um negoção né?
Pois é, mas é IMORAL e com o FAIR PLAY FINANCEIRO passará a ser ILEGAL.
A questão não é se o Palmeiras vai conseguir pagar ela, a questão é que esse dinheiro NÃO É de uma fonte de arrecadação do clube, como obrigam as regras do FAIR PLAY FINANCEIRO no mundo inteiro.
Por exemplo, o Lyon do bilionário John Textor chegou a ser declarado rebaixado no campeonato francês pelo descumprimento das regras de FAIR PLAY FINANCEIRO, não pq devia e sim pq movimentava cifras bem maiores do que arrecadava.
Ou seja, semelhante com o que o Palmeiras faz.
em Bate-Papo da Torcida > Brasil, o berço das contradições MORAIS
Em citação ao post:
Entendi seu raciocínio, mas se nos aprofundarmos nele encontraremos algumas inconsistências:
1 - Sendo dono de uma financeira e presidente do clube ele jamais faria uma negociação que fosse impagável e que corresse riscos legais de ser anulada.
2 - o dinheiro privado é de uma empresa privada então ele pode dar ou patrocinar quanto quiser ao clube.
Simplesmente não consegui ver problema moral nisso. O que podemos encontrar é uma pessoa irresponsável talvez com seus próprios recursos massa isso é problema dela.
Sou a favor sim de Fair play financeiro e um Corinthians organizado seria um dos maiores beneficiados disso pelo seu potencial de faturamento, chega de comprar e não pagar.