Antonio Cordeiro
Eu sinceramente prefiro apostar na dúvida, André Castro, mesmo que não venha esse investimento de 1 bilhão de dólares, pelo menos teríamos um presidente com ideias modernas pra fazer mudanças importantes no clube.
em Bate-Papo da Torcida > Presidência do Corinthians
Em resposta ao tópico:
Perguntei ao chat o que ele acha sobre os candidatos:
- Osmar Stábile – Continuidade administrativa
Proposta implícita: manter estabilidade, seguir tocando a gestão atual, buscar acordos comerciais (como já fez com a Nike) e reorganizar o clube após a crise com Augusto Melo.
Pontos positivos:
• Já está no cargo, conhece a máquina interna.
• Conseguiu renovar patrocínio importante (Nike), o que transmite segurança.
&Times; Passa uma imagem de “calmaria” após turbulências políticas.
Pontos negativos:
&Bull; Pode ser visto apenas como “gestão tampão”, sem grandes projetos de modernização.
&Bull; Ligação com grupos tradicionais pode gerar resistência em quem quer renovação.
-Antonio Roque Citadini – Experiência e política interna
Proposta implícita: resgatar o protagonismo político do clube, usar experiência em administração pública (foi presidente do TCE-SP e vice no Corinthians) para dar rumo ao clube.
Pontos positivos:
&Bull; Tem bagagem administrativa e conhece bem a política corinthiana.
&Bull; Visto como independente, pode equilibrar forças internas.
&Bull; Bom trânsito no meio jurídico e político.
Pontos negativos:
&Bull; Perfil mais tradicional, pode não representar inovação.
&Bull; Torcida e parte do conselho lembram de polêmicas antigas ligadas à sua gestão no início dos anos 2000.
André Castro – Inovação e aporte financeiro
Proposta: atrair até US$ 1 bilhão em investimentos, incluindo naming rights do estádio, CT e patrocínios para o uniforme.
Pontos positivos:
&Bull; Projeto ousado, com promessa de capitalizar o clube rapidamente.
&Bull; Ideia de modernizar e transformar o Corinthians em potência financeira.
&Bull; Mostra visão empresarial de longo prazo.
Pontos negativos:
&Bull; Risco de prometer mais do que pode cumprir — depender de investidores externos exige contratos sólidos.
&Bull; Conselheiros mais conservadores podem resistir à entrada massiva de capital privado.
P• ode gerar desconfiança de que o clube se torne excessivamente dependente de investidores.
E essa foi a escolha
Coração de torcedor: Castro (pela ousadia).
Cabeça racional: Stábile (pela estabilidade).
Opinião:
Sinceramente, precisamos de uma inovação, pessoas novas, mas até qual é o limite para essa inovação? Precisamos de alguém que não veja o clube como $$$, mas sim como uma empresa de querer evoluir com propostas claras e objetivos.
*Foto meramente ilustrativa*
