Eduardo Sarri
Nessa idade e na do Flora também é muito difícil afirmar que o cara vai ser jogador ou não. O grande problema se chama adolescência, depois dos 12 ai tem monte de mudança hormonal, uns crescem demais, outros de menos, engordam ou tem dificuldade de ganho de massa. É uma loteria. Um bom exemplo é o tal do Jean Chera, que hoje é piada, mas na base com 10 anos no Santos destruía, a ponto de ter o maior salário da base de todas as idades.
em Bate-Papo da Torcida > Da base para o futuro: Enrico, o fenômeno mirim do Corinthians
Em resposta ao tópico:
Na base do Corinthians já tem um nomezinho que começa a brilhar: Enrico. Um moleque de só 6/7 anos que joga bola como gente grande. É impressionante ver a alegria e a naturalidade dele em campo — parece que nasceu com a bola no pé.
Ele é daqueles que pega na bola e já chama atenção, seja com um drible ousado, um passe diferente ou até com a vontade absurda de ganhar. Tem raça, tem talento e, principalmente, tem aquele brilho no olhar que só os craques de verdade carregam.
É claro que o caminho é longo, mas dá pra sentir que esse menino pode ser um futuro gigante. Imagina daqui alguns anos, ele vestindo o manto alvinegro, entrando na Neo Química Arena lotada, a Fiel cantando sem parar, e ele decidindo jogo grande? É de arrepiar só de pensar!
E não é só talento dentro de campo não: se continuar nessa pegada, o Enrico pode render muito para o Corinthians, tanto em alegria quanto em valor. Porque uma joia rara como essa, lapidada direitinho, pode virar um daqueles nomes que todo mundo lembra com carinho e orgulho.
O Corinthians sempre foi feito de garotos que viraram ídolos. Quem sabe, logo mais, não estaremos gritando “É o Enrico!” na arquibancada? Por enquanto é só o começo, mas já dá gosto demais de acompanhar esse pequeno fenômeno.
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