Gabriel Mandu
Concordo com você, o teto do Romero é ser lembrado como alguém que ajudou num momento pontual (2017) sendo auxiliar de LE cobrindo o Arana, fora disso os outros 8 anos dele aqui foram fracos... Lembrando momentos pontuais importantes igual Cachito Ramirez (2011), zagueiro Wallace (2011), Lucca (2015), Kazim (2017) etc.
Todo corinthiano lembra deles, tiveram carreiras apagadas aqui ou fora daqui, mas tiveram meia dúzia de bons jogos no Corinthians.
A diferença é que o Romero ficou 10x mais tempo que eles, então tem 'mais momentos marcantes', mas atrapalhou 10x mais também.
em Bate-Papo da Torcida > Dossiê Romero. "Ídolo" ou não? (Guia definitivo)
Em citação ao post:
Ídolo é algo individual.
Entra na primeira prateleira das gerações Corinthians? Não.
Mas pela represantitividade, pelos títulos, pelo comportamento, ele tem sim o nome escrito no livro Corinthians.
Vai estar junto com outros caras que foram bons pra época e só.
Romero é tipo um Viola, tipo um Wilson Mano, tipo um Clayson.
Fez uns gols, ganhou uns jogos bons, mas também participou de muito jogo ruim. Fez parte de times campeões e deu algumas contribuições.
Para o Romero, obrigado. E boa sorte no próximo time


