Alinha M
O primeiro passo é não deixá-la crescer. Hoje com números na casa de R$ 2.700.000.000,00, o custo mensal estimado para essa dívida, considerando a taxa SELIC de 15% ao ano, daria mais ou menos R$ 33.750.000,00.
Coloquei os números por extenso, quase que tive que recorrer a notação científica para poder escrever os números. Em um ano essa dívida se acumula em mais de R$ 400.000.000,00.
Logicamente que os valores não são exatos, mas serve apenas para ter uma dimensão do tamanho do buraco.
O nosso time tem uma receita anual que beira os R$ 1.000.000.000,00 (1 bilhão de reais).
Descontando os 400 milhões para rolar a dívida, sobrariam mais ou menos 600 milhões para tocar o time.
Esse passo do Naming Rights com a caixa, na minha visão, é uma boa, nos livraríamos de um passivo enorme, que é a dívida do estádio e ele passaria a operar com lucro operacional dos dias de jogo.
Outra coisa importante é separar as contas de futebol e social, isso é fundamental, quanto mais demorar a fazer isso, mais difícil vai ficar.
Vejo as pessoas falando muito em abaixar a dívida, mas como fazer isso se ela não para de crescer? Uma coisa que tem que entrar na reforma do estatuto é a penalização dos dirigentes que cometem gestão temerária. Começa colocando as travas. Para que não ocorram mais essas safadezas que a gente observou nos últimos anos (cartão corporativo, almoxarifado, uniforme sumindo).
em Bate-Papo da Torcida > Qual o primeiro passo para reequilibrar uma dívida?


