Gabriel Mandu
Você criador do tópico tá coberto de razão.
Por mais que eu odeie o Romero (e eu assumo), racionalmente falando vou fazer o papel de advogado dele, o fato é que o Romero tem teto baixo e devia ter saído em 2017 no auge.
Foram só dois anos bons, em 2016 com bons números, mas apesar dos bons números com ele o time não chegou a lugar nenhum.
Mesmo no AUGE em 2017 fez poucos gols. Só 3 no Brasileirão, Clayson reserva dele terminou o Brasileirão com mais gols que ele.
2018 foi lastimável, último gol dele foi só no primeiro turno mesmo jogando todo Brasileirão.
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O que aconteceu em 2019 foi o correto. A diretoria não queria renovar devido ao péssimo 2018, e ele chegou na mesa de negociações de forma arrogante. Tomou tinta!
em Bate-Papo da Torcida > SÉRIO - Romero!
Em citação ao post:
Esta é uma consequência da falta de habilidade do Corinthians em encerrar ciclos.
O Palmeiras, mesmo quando foi bicampeão da Libertadores, em seguida deixou de renovar o contrato do Felipe Melo, que era o líder do elenco.
Aqui há uma gratidão infinita que repercute nos contratos, ainda que o jogador esteja visivelmente em declínio físico ou técnico, ou ainda os dois.
Resultado?
A torcida (ou ao menos parte dela) que já não queria a renovação do contrato passa a se incomodar muito em ver o jogador se arrastando em campo, e substitui as melhores memórias da passagem siciva.
Gil e Fagner são exemplos disso, dentre outros.
Se o Romero não tivesse feito a última renovação, ele não teria essa quantidade de tópicos contrários a ele. E podia ser pior, pois ele ofereceu redução de salário por mais dois anos - o que multiplicaria os tópicos atacando o jogador.
Enfim, uma renovação lenta mas permanente do elenco, principalmente quando o jogador começa o declínio é essencial para manter o time competitivo e para evitar que a torcida perca o respeito e a admiração pelo atleta.

