Jefferson Ribeiro
De uma maneira discreta aconteceu isso nos sem mundial, precisou entrar um cara rico no poder, emprestar dinheiro com juros bem mais baixo e devagar foi organizando a casa, pagando pendências.
Eles estavam igual ou pior que Corinthians, se não fosse esses presidente que passaram antes da bruxa veia arrumar a casa ela não teria toda essa estabilidade pra trabalhar..
É v fica, mas não rasga dinheiro, nem torcedora sem mundial é, são tudo vascaíno...
Por isso eu brinquei com o porcú que trabalha comigo, não esse ano, nem. Ano que vem, mas ela saindo não entrando um presidente que banca as contas como ela fez esse tempo todo, não demora muito eles voltam a ser o guarani da capital, com pouco de sorte até outra Série B pra eles.
em Bate-Papo da Torcida > A proposta da SAFiel é revolucionária e fora da curva
Em resposta ao tópico:
Funciona assim: em vez de esperar meses para aprovar uma SAF, o investidor se dispõe a pagar dívidas urgentes do clube agora — como o transfer ban e a dívida da Arena — em troca apenas de o Corinthians sentar, conversar e analisar seriamente um projeto de SAF no futuro. Esse dinheiro não é doação, mas também não é compra do clube. É um adiantamento condicionado.
Se o clube analisar a proposta e entender que as condições são melhores do que continuar pagando juros absurdos aos credores atuais, poderia aceitar. Se a SAF não avançar, o valor teria de ser devolvido conforme regras a serem definidas. Ou seja, é negociação financeira, não tomada de poder.
Isso muda completamente o cenário, porque ganha tempo, resolve emergências e pode reduzir o custo total da dívida. Mesmo assim, a resistência é enorme — não por causa do dinheiro, mas por medo de perder poder político. Conselheiros e dirigentes que controlam o clube há décadas não querem abrir espaço para nenhum modelo que diminua sua influência.
Enquanto outros clubes aceitaram ajuda externa, profissionalização e até dinheiro do próprio bolso de dirigentes para se salvar, no Corinthians parece existir outra lógica: é melhor mandar em um clube quebrado do que não mandar em um clube organizado e vencedor.
A verdade é dura, mas simples: o problema do Corinthians não é falta de dinheiro, é quem tem medo de perder o controle.

