Francisco Júnior
Um castigo anunciado e merecido
Poucas vezes o Corinthians teve a sua disposição uma partida tão fácil de vencer. Com cinco jogadores no meio campo - na verdade com quatro, porque Bidon mais uma vez não jogou nada -, dominou o adversário e impôs o ritmo que bem entendeu.
O Santos perdido em campo, desarticulado, nada criava e não ameaçava o Timão.
O problema é que Dorival abusou de errar, mantendo em campo Bidon até o final - é inexplicável essa paixão de Dorival por Bidon -, colocando Garro que está provado, não tem mais condições de jogar no Corinthians, tirou jogadores que faziam uma partida excelente como Carrillo, Matheus Pereira e Ranielli e, para coroar seus erros e sua incompetência, colocou mais um zagueiro chamando o adversário de vez para cima do Timão.
O árbitro da partida errou ao marcar falta inexistente de Gustavo Henrique no lance que originou o empate e Hugo Souza falhou mais uma vez mostrando que nem é goleiro de seleção e não transmite segurança absoluta à Fiel.
O empate com sabor de derrota tem a assinatura de Dorival que abusou de errar nas substituições, de Bidon e Garro que não jogaram nada, de Vitinho que perdeu a bola que originou o contra-ataque, de Hugo que falhou outra vez e do arbitrou que errou na marcação da falta.
O maior responsável? Óbvio que foi Dorival que foi covarde e abusou de errar.
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