Luciano Cruz
Vender : Pedro Raul, Charles, Hugo lesionado
Emprestar : Gui negão, Kayke
Dispensar: Vitinho
Alan não chegou no Corinthians ainda.
Trazer um centroavante e um goleiro reserva para o Hugo e outro volante pois após a saída do Martinez o meio campo tá uma Inhaca marcando.
em Bate-Papo da Torcida > Dorival e suas complicadas escolhas
Em resposta ao tópico:
É muito difícil entender as decisões de Dorival. Tem muita coisa simples que ele faz questão de complicar.
Exemplo 1: André
Ele “descobre” o jogador que começa o ano voando, jogando como um excelente segundo volante, que compõe bem a marcação no meio de campo e chega na área para finalizar as jogadas.
O que Dorival faz? Tira André da função, escalando o jogador, nas últimas duas partidas, quase como um ponta esquerda.
Resultado: o jogador cai de produção, justamente após uma negociação frustrada. Não poderia deixar o jogador na posição de origem até consolidar?
Exemplo 2: Kayke
Na minha opinião, aproveitou bem as oportunidades que teve. Demonstra potencial para melhorar o lado esquerdo, compondo as jogadas de ataque com Bidu (que caiu de produção também por estar jogando isolado na esquerda) e se aproximando dos atacantes.
O que Dorival faz? Deixa o jogador como última opção depois de todo mundo, mesmo depois de, repetidas vezes, pedir reforços para jogar nas pontas.
Resultado? O time fica “penso”, Bidu joga no ataque sozinho e perdemos a chance de valorizar uma prata da casa.
Exemplo 3: Carrillo
Basta ver os jogos da época do Ramón Díaz para entender como ele funciona melhor: uma espécie de meia direita, que melhora o jogo para Mateusinho e consegue fazer a bola chegar do meio ao ataque.
O que Dorival faz? Coloca o jogador para fazer a saída entre os zagueiros, deixando Ranielle no meio.
Resultado: Carrijo joga mal e Ranielle pior ainda.
Teria mais uns cinco ou seis exemplos de decisões (posição de Bidon, opções do banco de reservas, o recente posicionamento de Gui Negão) que são completamente incoerentes. Parece autossabotagem.