Diego Rigo
Fala, Fiel!
Hoje é 31 de março e, como profissional de Desenvolvimento de Negócios, não posso deixar passar o fechamento do primeiro trimestre sem uma análise fria. O Corinthians de 2026 é um estudo de caso sobre 'Entrega de Produto' vs. 'Expectativa de Mercado'.
1. O 'High' do Trimestre: Supercopa do Rei 🏆 Ganhamos do Flamengo e levantamos a taça. Do ponto de vista de Marca e Receita, isso foi o 'estouro do bônus'. Valoriza o patrocínio, gera premiação imediata e coloca o 'produto' Corinthians no topo do mercado nacional logo em Fevereiro.
2. O 'Low' do Trimestre: Semifinal do Paulista ❌ A eliminação para o Novorizontino foi um erro de execução operacional. No Biz Dev, se você tem o melhor recurso (elenco) e perde para o concorrente menor (Novorizontino), houve falha de estratégia. Perdemos faturamento de bilheteria de uma final e o 'hype' para o início do Brasileiro.
3. Infraestrutura e Gestão:
Expansão da Arena: O alvará de 4.200 lugares é o acerto tático. É expansão de capacidade sem endividamento agressivo.
Compliance: A sombra dos R$ 149 milhões na Justiça ainda é o nosso maior 'risco de imagem'.
Veredito: O título da Supercopa salvou o trimestre financeiramente e deu moral, mas o Paulistão deixou claro que nossa 'entrega' ainda é instável. Temos um Ferrari, mas o motor ainda engasga em subida.
Para vocês: Esse título da Supercopa em cima do Flamengo deixa o Q1 'no azul' ou o vexame do Paulistão pesou mais?
👇 Bora debater os números e a bola!
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