Celso Teixeira
O que todo brasileiro precisa entender, e especialmente nós, CORINTHIANOS. É algo simples, mas ignorado: A IMPRENSA NÃO notícia “A VERDADE”, notícia aquilo que gera retorno.
E retorno vem de duas formas: dinheiro direto ou engajamento.
Se há interesse econômico envolvido, a pauta já nasce direcionada. Se não há pagamento direto, então a notícia precisa gerar clique, debate, revolta, audiência, ou seja, lucro. Não existe ingenuidade nesse processo. Existe estratégia e também INTERESSES!
E qual clube no Brasil gera mais engajamento? Qual torcida movimenta mais discussão, mais audiência, mais reação emocional? O Corinthians.
Portanto, quando a imprensa “bate” no Corinthians de forma recorrente, não é coincidência, é modelo de negócio, além de interesses.
A chamada “ANÁLISE ISENTA” praticamente não existe no ambiente de mídia de massa. Ela sobrevive, no máximo, na RODA DE AMIGOS, onde ninguém depende de clique, patrocínio. Ali sim há debate genuíno, contraditório, livre.
Já no grande circuito, a lógica é outra: a narrativa é negociada no balcão. E quanto mais forte for a reação do torcedor, melhor.
E aí surge outra contradição curiosa: os mesmos veículos que moldam narrativas se colocam como árbitros do que é ou não “fake news”. No fundo, trata-se de preservação de espaço e influência, o monopólio da interpretação dos fatos. Quer gostamos disso, ou não.
Isso não significa que tudo que sai na imprensa seja falso. Mas significa que confiar cegamente é ingenuidade.
Corinthiano precisa ACORDAR e interpretar criticamente. Nem tudo é como parece. E, muitas vezes, 'quem paga, leva!'
Acorda, Corinthiano.
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