Diego Coppola
Quem tem o poder de tira-lo, não quer perder os poderes que tem por também mante-lo.
Apenas um fato curioso.
Eu moro no Pq Novo Mundo, mesmo bairro que moram André Negão, Jaça e Osmar Stabile.
André Luiz de Oliveira era funcionário do Jaça (ex diretor das categorias de base) nas bancas de jogo do bicho no bairro, ele era o cobrador e recolhedor das arrecadações.
Um dia ele resolveu sair e montar as próprias bancas de jogo do bicho, e começou a se intitular como André da Sorte, ele tomou 8 tiros a mando do Jaça e não morreu.
Após isso ele virou cobrador do Andrés, fazia os recolhimentos nos postos de gasolina da família Sanchez.
Curiosamente, em prol do do bem do SCCP, Jaça e André Negão fizeram as pazes, no mesmo momento que seu filho André Vinicius começou a jogar profissionalmente no clube.
Pra fechar a história, Osmar Stabile atual presidente também mora no mesmo bairro que os outros 2 personagens da RT, almoçam juntos e se encontram rotineiramente.
Tem quem realmente acredite que essa mumia não está a mando da RT?
em Bate-Papo da Torcida > Filho do André Negão sugou o clube por dez anos, obrigado Memphis!
Em resposta ao tópico:
André Vinícius (Filho mais velho de André Negão)Ex-zagueiro da base corintiana, ele permaneceu sob contrato com o clube por cerca de dez anos. Apesar do longo vínculo, ele atuou em apenas duas partidas oficiais pelo time profissional (uma em 2011 e outra em 2013) e passou a maior parte de sua trajetória sendo emprestado para outras equipes. O seu contrato chegou ao fim definitivamente em meados da década passada.
Onde o Memphis estava com a cabeça de assinar um contrato com esse bagre? E ainda renovar várias vezes, chegando a 10 anos seguidos sem retorno algum para o clube.
Memphis, você é um irresponsável!
Matéria da época em que o Memphis fechou esse contrato absurdo:
Apesar da dificuldade em jogar, André tem vínculos renovados com constância pelo Corinthians nos últimos anos. Parceiro político histórico do pai do zagueiro, Andrés Sanchez fechou a compra de 30% de seus direitos econômicos na reta final de seu mandato como presidente, em 2011. À época, a operação custou cerca de R$ 200 mil aos cofres corintianos... - Veja mais em


