Jefferson Ribeiro
Responsabilizar diretoria e conselheiro não?
Separar futebol desse social que só dá prejuízo também não seria coisas que iria ajudar também?
E poderia colocar uma.pesaoa 'profissional para administra o futebol!
Se esses ratos quisessem ficar no clube, poderia até ficar...
Mas não teria essas coisas...
Falo isso por que se já tivesse no estatuto alguma coisa que responsabilizando diretoria e conselheiro certeza não estaríamos nessa situação.
O vag@bundo rei do Tadala vai a publico e assumi que assina contrato que clube não ganhou um real mesmo indo contra um conselho fiscalizador orientar a não assinar.. Resultado Corinthians que saiu no prejuízo, esse vag@bumdo rei do Tadala assinar um contrato aumento multa de um técnico sem falar com um futuro presidente, assinar termo que futura gestão iria pagar a dívida que ele fez, colocar uma multa irrisória para até então um goleiro reserva que não demoraria muito iria virar titular, na sequência sair a preço de pinga hoje jogar no rival..
Essas coisas todas seria evitadas se tivesse apenas uma responsabilização a esses cara, que deveria ser expulso do clube...
em Bate-Papo da Torcida > Parece o fim do mundo mas não é!
Em resposta ao tópico:
Sou administrador de empresas há vinte e nove anos e me chama atenção como grande parte da mídia principalmente ve a divida do Corinthians como impagável. Realmente nos moldes atuais é impagável mesmo, mas com alguns ajustes administrativos e financeiros a médio prazo (cinco anos) a divida se torna totalmente administravel e começa a retroagir. Vamos lá:
1- É necessário urgentemente mudar o estatuto, resolver a questão da sede social e PROFISSIONALIZAR a administração do clube.
2- contratar uma empresa especializada em renegociações de dividas, alongar prazos e baixar juros, nem que seja de forma judicial.
3- Profissionalizar e investir na base, que é uma grande fonte de receita e de retorno esportivo.
Feito isso os investidores, empresas sérias voltariam ao Corinthians e num prazo curto dobrariamos o faturamento e sairíamos dessa insolvência que se aproxima.

