Passador Pano
Nem pra tirar o prompt da IA
em Bate-Papo da Torcida > O Corinthians precisa tomar a LFU e veja como:
Em resposta ao tópico:
Estamos vendo o que o Flamengo está fazendo com a Libra e como o poder de influência pode mudar uma instituição.
A pergunta que vem: Como o Corinthians sendo do Bloco da LFU faria o mesmo?
No meu ver precisa que alguém do Corinthians seja CO da LFU e mude dentro do estatuto uma simples operação.
- Voto em bloco
Sim, assim os clubes dariam o voto para o CO decidir o próximas eleições do presidente da CBF e os orçamentos da instituição.
Outra observação seria jogar de acordo com as regras, não pense que o Flamengo não tá puto que o Vasco na LFU pode ganhar mais que eles, por isso se reuniram com a CBF para voltar como modelo de transmissão único e o Corinthians foi contra. (Da mesma forma que o Corinthians foi contra a venda das transmissões únicas pois sabe como o Flamengo funciona.
Para finalizar é preciso que o Corinthians se reúna com o Presidente da República ou Ministros do Supremo Alegando perseguição e cobrando critérios justos, chorar na CBF ou na STJD não vai dar em nada.
Aqui vai uma versão mais clara, organizada e com linguagem mais forte do seu texto:
Estamos acompanhando o que o Flamengo vem fazendo dentro da Libra e como o poder de influência pode, sim, mudar os rumos de uma instituição.
A questão que surge é: como o Corinthians, estando no bloco da LFU, poderia agir da mesma forma?
Na minha visão, o primeiro passo seria ter um representante do Corinthians ocupando uma posição de liderança (CO) dentro da LFU. A partir disso, seria possível promover uma mudança simples, porém estratégica, no estatuto:
Implementação do voto em bloco
Com isso, os clubes delegariam seu poder de voto ao CO, que passaria a ter influência direta nas decisões mais importantes, como eleições para a presidência da CBF e definição de orçamentos.
Outro ponto importante é entender o jogo político. Não dá para ignorar que o Flamengo também está insatisfeito com o fato de o Vasco da Gama, mesmo estando na LFU, poder receber valores maiores em alguns cenários. Isso ajuda a explicar por que houve aproximação com a CBF em busca de um modelo de transmissão unificado. Já o Corinthians se posicionou contra essa ideia — justamente por entender como esse tipo de movimento pode concentrar ainda mais poder.
Da mesma forma, o Corinthians foi contrário à venda centralizada dos direitos de transmissão, pois sabe como esse tipo de estrutura pode favorecer certos clubes.
Para finalizar, se o Corinthians quiser realmente mudar o cenário, precisaria ir além das reclamações internas. Uma alternativa seria levar a discussão a níveis mais altos, como o governo federal ou o stf, alegando falta de isonomia e cobrando critérios mais justos. Apenas recorrer à CBF ou ao STJD dificilmente trará resultados concretos.