Marcelo Paiva
O Corinthians é muito mais do que um time de futebol é muito mais do que clube social. O Corinthians é um legado de pessoas trabalhadoras como nós e por isso, muitos sangues sugas querem chegar no poder dentro do Corinthians para assim sugar o esforço de todos os trabalhadores que mostram que através da União e possível lutar contra os burgueses que dominam o futebol, foi assim que o Corinthians se tornou do povo e para estes vampiros é isso inaceitável e por isso que querem destruir 'O time do Povo' 'O time da democracia' 'O time que todos podem jogar' 'O time que não tinha dinheiro para pintar o uniforme, mas mesmo assim se tornou tão amado que é invejado por todos'. 'Sócrates sabia que atrás da democracia poderia se ir longe, por isso no Corinthians não deve ter ditadura do clube social, ao qual só dá prejuízo eles não são donos do Corinthians são ladrões de nosso amado legado que ganhou um nome Corinthians, Devemos ter uma plataforma que seja limpa, democrática e que seja confiável para tomar as decisões do time, de algo como o fiel torcedor e que possa também gerar renda ao time.
em Bate-Papo da Torcida > Intervenção Judicial não é vergonha. Vergonha é deixar o Corinthians...
Em resposta ao tópico:
Eu entendo o torcedor que tem medo de uma intervenção judicial no Corinthians.
Ninguém quer ver o clube que ama sendo administrado por decisão de juiz.
Ninguém quer ver o Corinthians exposto, fragilizado e tratado como caso de polícia, justiça e Ministério Público.
Mas a pergunta que eu faço é simples: o que ainda precisa acontecer para aceitarmos que o clube chegou ao limite?
O Corinthians não está nessa situação por culpa da torcida.
Não foi a Fiel que empurrou o clube para dívidas bilionárias, contratos mal explicados, disputas políticas intermináveis e gestões que parecem pensar mais no próprio grupo do que no futuro da instituição.
Ser contra a intervenção por orgulho é compreensível.
Mas defender que tudo continue como está é fechar os olhos para o óbvio.
O Corinthians precisa de freio, transparência e controle.
Eu não vejo uma intervenção como castigo.
Vejo como uma medida extrema para um momento extremo.
Se a diretoria e os conselhos não conseguem proteger o Corinthians, alguém precisa proteger. E proteger o clube, neste momento, pode significar limitar poderes, abrir documentos, auditar contratos, impedir novos absurdos e devolver o Corinthians ao seu verdadeiro dono: a sua torcida.
O Corinthians é grande demais para ser tratado como propriedade de dirigente, grupo político ou conselheiro.
Quem tem medo da intervenção deveria ter mais medo ainda de deixar o clube continuar sendo corroído por dentro.
Intervenção Judicial não é o cenário ideal.
Mas talvez seja o remédio amargo que o Corinthians precise tomar para sobreviver, se reorganizar e voltar a ser uma instituição séria.
Porque vergonha não é a Justiça entrar.
Vergonha é o clube chegar ao ponto de precisar disso.
#INTERVENCAOJUDICALJA
